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10/10/2014

Frases para a vida

Maldivas, seychelles, uma ilha, de areia branca, águas claras Vetor
(pt.forwallpaper.com)

“Todos nós formamos em Cristo, um Corpo místico, no qual Cristo é o Soberano. De Cristo emanam muitas graças, muitos dons, e se estamos todos unidos, formamos uma comunhão. E onde há comunhão, existe também comunicação. O Espiritismo existe. Há sinais na Bíblia, na Sagrada Escritura, no Antigo Testamento. A Igreja permite recorrer a essas pessoas particulares, mas com uma grande prudência e em certas condições”. (Irmão da Ordem dos Franciscanos Menores, considerado um dos mais competentes teólogos do Vaticano, Padre Gino Concetti – Entrevista publicada inicialmente no “Osservatore Romano”; no jornal suiço “Ansa”, em novembro de 1996; traduzido do italiano para o francês por Pierre R. Théry, e para o português por Terezinha Rey, publicada no jornal “A Flama Espírita”, São Paulo, junho de 1997)

"Deus permite àqueles que vivem na dimensão ultraterrestre enviar mensagens para nos guiar em determinados momentos da vida. Após as novas descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal, a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os trespassados, desde que elas sejam feitas com finalidades religiosas e científicas e com muita seriedade". (Irmão da Ordem dos Franciscanos Menores, considerado um dos mais competentes teólogos do Vaticano, Padre Gino Concetti)

“Tenho um grande respeito pela Igreja Católica e creio ser oportuna esta revisão de suas opiniões sobre o Espiritismo. Conheço padres na Europa que são médiuns”. (Fundadora do Instituto Pestalozzi, Psicóloga Terezinha Rey)

“O egoísmo não poupa ninguém. Mesmo os que se dedicam à vida religiosa tendem a se considerar melhores do que os pagãos, infiéis ou ateus. Isso é normal. A condição miserável da espécie humana. Falível e vulnerável. Preenche a sua finitude com a pretensão. Não faltam orgulho e vaidade aos homens. O difícil é alguém no topo da pirâmide reconhecer e afirmar isso. A coragem do papa Francisco me sensibiliza. Temo até por sua vida. O egoísmo é a característica natural de todas as instituições humanas. Não há conjunto de pessoas, sistema ou projeto que deixe de ser envenenado pelo personalismo, pelo narcisismo, pela vaidade, orgulho e ambição de ter cada vez mais influência e poder”. 
(Desembargador Presidente do egrégio TJSP, José Renato Nalini)

 

“Vamos tratar a violência como uma doença contagiosa”. 

(Um dos Fundadores da ‘http://cureviolence.org/’, Gary Slutkin)


“JESUS viu, de perto, a incompreensão e a fraqueza, entre os próprios cooperadores de apostolado. O Sublime Emissário recebeu publicamente a bofetada e o açoite, o desprezo e o ridículo. JESUS foi tido à conta de feiticeiro e agitador comum. JESUS foi crucificado entre ladrões diante da multidão sarcástica. Muitos ficam aflitos e inquietos pela transformação imediata de familiares, amigos e vizinhos, completamente desmemoriados, por vezes, das necessidades espirituais que lhes são características”. 

(Emmanuel por Chico Xavier)



02/08/2014

Frases para a vida

paraíso escondido Vetor
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“Não te deixes vencer pela hora vazia. Não desprezes o tempo, que o tempo vem de Deus”.
(Emmanuel por Chico Xavier)

“O pensamento tem poder infinito. Ser otimista é ser perseverante, é ter uma fé inabalável e uma certeza sem limites de que tudo vai dar certo. Positivo atrai positivo. Alegria chama alegria. Seja incansavelmente otimista. Faz bem para o corpo, para a mente e para a alma. É humano e natural viver aflições, só não é inteligente conviver com elas por muito tempo”. 
(Poeta chileno, Pablo Neruda)

“O QUE TEMOS, NÓS DEIXAMOS. O QUE SOMOS, NÓS LEVAMOS”. 
(Fundador da Mansão do Caminho, Médium Divaldo Pereira Franco)

“E, ao sair de casa para trabalhar, já todo arrumado, uma das pequeninhas olha para mim e diz: "papaizinho, eu quero cóinho". Traduzindo: "colinho". Minha mente teve de partir. Mas o coração ficou. Sem dúvida, de todas as forças, o Amor é a mais Poderosa. Quando a humanidade, meu Deus, haverá de perceber isso?” 
(Magistrado, Professor Pablo Stolze)

“Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor JESUS CRISTO, Senhor da glória, em acepção de pessoas”. 
(Tg 2:1)

“É forçoso observar a vida acima de nossas impressões superficiais. Para isso, ser-nos-á necessário: mais do que ver - refletir; mais do que escutar - compreender; mais do que crer - raciocinar; mais do que falar - construir; mais do que comentar - melhorar; mais do que desculpar - esquecer o mal”. 
(Emmanuel por Chico Xavier)

“Por toda parte transitam portadores de aflições excedentes. Não satisfeitos com as responsabilidades que a existência lhes impõe, amontoam cargas de sofrimentos imaginários. E existem, ainda, os que se aboletam em automóvel acolhedor, mas inquietam-se por não poderem trocá-lo, de imediato, pelo carro de último tipo; e os que se sentam à mesa provida de cinco pratos diferentes e encolerizam-se por não encontrarem o quitute predileto... Estejamos convictos de que toda aflição excedente complica o itinerário da vida e corre por nossa conta”. 
(Emmanuel por Chico Xavier)

“Some as bênçãos de sua vida e vacine-se contra o desespero, porque o desespero é um vulcão de sombra, cuja extensão nos domínios do desequilíbrio ninguém pode calcular”.
(André Luiz por Chico Xavier)

“A violência no mundo está aumentando na medida em que a criança se vê dourada por fora e desvalida por dentro”. 
(Augusto Cezar Netto por Chico Xavier)

“O mestre deveria receber auxílio periculosidade. Assim como não se respeitam os pais, também os professores passaram a ser considerados empregados dos alunos. "Quem paga manda!". Por isso, o número imenso de professores licenciados, afastados por problemas de saúde, consumindo tranquilizantes e necessitando de terapia.  O professor é um prestador de serviço que tem o salário pago pelo aluno. Este passou a ser o patrão do mestre. Esse o Brasil que está num dos últimos lugares na apuração da consistência da escolarização oferecida às crianças e jovens. Educação começa em casa. Os pais, de modo geral, não têm se preocupado com os modos de seus filhos. Acham que as crianças ficam traumatizadas se repreendidas. Podem fazer tudo... falta interesse e sobra arrogância. O que será que nos espera daqui a algumas décadas? Alguém se arrisca a vaticinar?”.
(Desembargador Presidente do egrégio TJSP, José Renato Nalini)

14/02/2014

Frases para a vida

Flores roxas, Vetor
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“O fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida. Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas; Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam”. 
(1 Tm 1:5-7)

“Os gregos imaginavam os deuses sempre jovens e belos, - divertindo-se e combatendo com os homens. Os judeus só podiam conceber o irascível Jeová que punia até a 3ª e 4ª geração, - o Senhor dos exércitos que se achava à frente dos Filisteus na derrota das forças de Saul. Os deuses dos etruscos eram representados como maus e perversos, - segundo eles, as almas dos mortos eram condenadas a torturas horríveis e conduzidas ao inferno por um velho de figura selvagem e bestial”. Ainda hoje, alguns “não admitem outro Deus senão o que concede graças para uns e desgraças para outros; - absolve por um simples movimento de arrependimento ou condena para sempre se a imperfeita criatura humana não pode ou não quis abraçar a fé que por outros lhe foi apontada... O progresso espiritual não se limitou ao homem e nem este se acha na última plana moral e intelectual. Inumerável escala de Espíritos está entre o homem e Deus formando uma hierarquia, que nos aponta a alma subindo os degraus da legendária escada de Jacob”. 
(Farmacêutico, conhecido por ‘médico dos pobres de Matão-SP’, Cairbar Schutel)

"Há fanáticos que não só creem firmemente nos mais clamorosos absurdos, mas que estão cada vez mais convencidos de estarem em relação direta com o próprio Deus e em razão dessa graça especial distribuem mutuamente uma patente de infalibilidade. Estes espíritos obcecados imaginam com a maior ingenuidade que o fantasma que forjaram é o Deus verdadeiro, o criador do céu e da terra e, ao menor pretexto tratam doutoralmente de ímpios e de ateus a todos os que não pensam como eles. Quem os ouvir ou há de forçosamente crer em suas parvoíces ou em nada acreditará. Nada de meio termo. Todo o espírito religioso que não enverga seus hábitos é anatematizado”. 
(Astrônomo francês, que se considera ‘átomo’, Nicolas Camille Flammarion)

"Os homens tratam Deus como se o Ser Supremo, o Ser incompreensível, indefinível não fosse mais do que um seu semelhante". 
(Escritor alemão, Johann Wolfgang von Goethe)

MAPA DA VIOLÊNCIA 2012
“O País ocupa a 4ª posição entre 92 países do mundo analisados, no que tange à taxa de mortalidade de crianças e adolescentes por homicídio, com índices entre 50 e 150 vezes superiores aos da Inglaterra, Portugal, Espanha, Irlanda, Itália, Egito etc. Os números são, de fato, preocupantes, demonstrando a necessidade de ações eficazes tendentes a frear esse crescimento assustador, em especial porque elas, crianças e adolescentes, serão o nosso Brasil de amanhã”. 
(Desembargadora do egrégio TJRS, Lizete Andreis Sebben)

07/01/2014

Frases para a vida

Pansies Vetor
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“O problema das relações humanas, colocado em forma de etiqueta nas velhas civilizações nobiliárquicas do Oriente e do Ocidente, formalizado ao extremo nos tempos feudais, e convertido em protocolo de conveniências no mundo moderno e contemporâneo, terá de voltar ao ponto de partida dos ensinos e dos exemplos de JESUS... Porque a primeira exigência da consciência humana é a do amor ao próximo, desprezada e amesquinhada nas sociedades mercenárias a ponto de levar-nos ao seu contrário – o ódio, essa cegueira do espírito, que gera e sustenta a violência no mundo”. 
(Jornalista, Filósofo, Parapsicólogo, Educador e Escritor, José Herculano Pires)   

“Léon Tolstoi já advertia que estamos numa era de nova antropofagia, então requintada pelas técnicas modernas. Hoje, na era tecnológica, os instrumentos de opressão, tortura e aniquilamento do homem atingiram a máxima perfeição diabólica. Tudo isso por quê? Porque a deformação da mente e o aviltamento da consciência desumanizou o homem. Seria loucura responsabilizar unicamente as religiões por essa calamidade. Mas seria hipocrisia querer isentá-las de culpa. Elas se apegaram à matéria em nome do espírito e asfixiaram este em suas estruturas pragmáticas. Cabe-lhes pelo menos metade da culpa, pois que se fizeram mestras e orientadoras da civilização, participando ativamente dos maiores desmandos através dos séculos, quando não os dirigia. Estatizando-se ou não, todas elas trocaram o mandato divino pelos poderes de César. E se não se aniquilaram mutuamente, não foi por piedade, mas porque jogaram habilmente a sua sorte sobre a túnica do crucificado... ”. 
(Jornalista, Filósofo, Parapsicólogo, Educador e Escritor, José Herculano Pires)

“Devemos evitar que o conhecimento inoperante nos transforme em palacetes iluminados, de portas fechadas e em pleno deserto, distanciados da ignorância e da perversidade, do sofrimento e da lágrima... JESUS não beneficiava, apenas, a um povo, a uma geração. Seu coração, amoroso e compassivo, abrangia a Terra inteira. Do Oriente ao Ocidente... Sendo o Pão da Vida e a Luz do Mundo, Nosso Senhor JESUS CRISTO era, por conseguinte, a mais completa manifestação de Sabedoria e Amor que a Terra, em qualquer tempo, jamais sentira ou conhecera. No passado e no presente, a palavra do MESTRE se refletiu e se reflete, salutar e construtivamente, em todos os ângulos evolutivos da Humanidade”.
(Escritor José Martins Peralva)

28/12/2013

Frases para a vida

Lindo céu, céu é incrível Vetor
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"... uma palavra não é um cristal, transparente e imutável; é a pele que encobre um pensamento vivo e pode variar muito de tamanho e de conteúdo de acordo com a circunstância e com o tempo em que seja utilizada". 
(Jurista americano da Suprema Corte dos EUA, Oliver Wendell Holmes Jr)

“Mesmo sabendo que somente o Amor é real, porque eterno como a Fonte da qual promana, os homens não têm hesitado em fomentar o ódio, criando ilusões que se opõem à Verdade. Os homens, à semelhança da lagarta que não sabe transfigurar-se em falena, ainda rastejam no visco das paixões que engendram a violência e a criminalidade, que fazem a guerra e não permitem a solidariedade”. 
(Bezerra de Menezes por Carlos A. Bacelli)

“Se a Fé sem o concurso da Razão é fanatismo, a Razão sem o sustentáculo da Fé é loucura”. 
(Bezerra de Menezes por Carlos A. Bacelli)

“A queda de alguém que convosco renteia é ameaça de queda para vós. Nenhuma virtude sobrevive solitária. Sem que os outros compartilhem da nossa felicidade, não saberemos o que seja ser feliz”. 
(Bezerra de Menezes por Carlos A. Bacelli)

“Sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. 
(Rm 12:2)

“No fundo, todos anelam a modificação, no entanto, a maioria não aspira senão à mudança de classificação convencional... A renovação indispensável não é a de plano exterior flutuante... Não te cristalizes em falsas noções que já te prejudicaram o dia de ontem. Repara a estrutura dos teus raciocínios de agora, ante as circunstâncias que te rodeiam. Pergunta a ti próprio quanto ganhaste no Evangelho para analisar retamente esse ou aquele acontecimento de teu caminho. Faze isto e a Bondade do Senhor te auxiliará na esclarecedora resposta a ti mesmo”. 
(Emmanuel por Chico Xavier)

“O apóstolo Pedro recomenda seja lembrado que é da vontade de Deus se faça o bem, impondo silêncio à ignorância e à loucura dos homens (1Pe 2:15)... A prática do bem é a bússola do ensino. Antecedendo qualquer disputa, convém dar algo de nós mesmos... O bem mais humilde, é semente sagrada. Convocado a discutir, JESUS imolou-se... Não reclamou compreensão. Entendeu a nossa loucura, localizou-nos a cegueira e amparou-nos ainda mais”. 
(Emmanuel por Chico Xavier)

19/11/2013

Frases para a vida


“Uma vez que somos, por natureza, proativos, nossa vida só será consequência das condições e dos condicionamentos se deixarmos que estes fatores controlem nossa mente, por decisão consciente ou omissão”. 
(Autor de vários best sellers, professor renomado e vice-presidente da FranklinCovey Co., Stephen R. Covey)

“Ninguém pode feri-lo sem seu consentimento”. 
(Primeira-Dama dos EUA – 1933-1945, Anna Eleanor Roosevelt)

“Eles não conseguem tirar nosso respeito próprio se não o entregarmos a eles”. 
(Defensor do Satyagraha - princípio da ‘nãoagressão’, Mohandas Karamchand GANDHI) 

“O orgulho humano se alimenta da sua própria ignorância e prefere colocar-se acima da própria Divindade... É inútil disputar com eles, que mesmo quando cientistas apegam-se rigidamente às suas convicções, de maneira opiniática”. 
(Jornalista, Filósofo, Parapsicólogo, Educador e Escritor, José Herculano Pires)

“O materialismo morreu asfixiado por falta de matéria”. 
(Albert Einstein)

“A Religião do Homem, para usarmos essa expressão de Tagore, define-se como um sistema práxico, ou seja, integrado na práxis de cada conquista do mundo. Historicamente essa visão é decepcionante. Tem-se a impressão de que a evolução humana faliu, voltando ao seu marco zero. Os poderes religiosos nada têm de divino, são exclusivamente humanos. JESUS não ensinou nem aprovou as formalidades do templo de Jerusalém, nem submeteu os seus discípulos às exigências pretensiosas do rabinato judeu. Sua lição a respeito se resume na advertência: ‘O que se apega à sua vida, perdê-la-á, mas o que a perder por amor de mim, esse a encontrará’." 
(Jornalista, Filósofo, Parapsicólogo, Educador e Escritor, José Herculano Pires)

"Quem vive debruçado sobre si mesmo, cuidando apenas do seu umbigo, não pode perceber e muito menos compreender a grandeza espiritual que é a sua imperecível herança de filho de DEUS... O impulso de transcendência que marca a natureza humana não comporta aparatos de cultos, nem sacramentos inventados pelas igrejas para o comércio da simonia. Os vendilhões do templo, condenados pelo MESSIAS, encontraram mil maneiras de continuar na venda de suas ovelhas inocentes. Substituíram os animais sacrificiais por palavras, gestos e cerimônias, evitando complicações fiscais. Transformaram-se em mascates de palavrórios eletrônicos, vendendo palavras vazias como faziam em seu tempo os sofistas gregos que Sócrates desmascarou. Isso mostra que o espiritual caiu num ciclo vicioso, exibindo o refluir do passado na geena de fogo do Vale do Kidron, do lixo acumulado na Porta do Monturo. Estamos queimando os resíduos que impedem o fluxo natural da evolução. Nossa atualidade trágica brota ameaçadora da fermentação do lixo histórico às portas de Jerusalém. Não é DEUS quem nos castiga, mas nós mesmos que nos asfixiamos em nossa incapacidade de compreender, amar e perdoar. Apegados aos interesses terrenos, não conseguimos ainda abrir os olhos, doentes de ganância e violência, para a realidade de nossos próprios impulsos de transcendência”.
(Jornalista, Filósofo, Parapsicólogo, Educador e Escritor, José Herculano Pires)

01/10/2013

Dia Internacional da Não Violência 2013



14/09/2013

Frases para a vida


“Nas sociedades modernas, fazer amigos está virando artigo de luxo”. 
(Médico, Psiquiatra, Psicoterapeuta e Escritor, Augusto Cury)

“A aflição não constrói, a ansiedade não edifica”. 
(Chico Xavier)

“Alegrai-vos SEMPRE no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos”. 
(Fp 4:4)

“Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação”. (2Tm 1:7)

“A maré mais baixa é a que muda o rumo das águas”. 
(ditado popular)

“Tanto em êxtase quanto em profunda tristeza, o espírito enfraquece. Evite os extremos. Não deixe o inimigo ver seu espírito”. 
(Famoso samurai japonês – Miyamoto Musashi)

“Não tema o erro, mas sua repetição. Não tema a derrota, mas a desistência. Não tema nada, senão a si mesmo”. 
(Magistrado, Escritor, Professor William Douglas)

“Como é possível fazer guerra em nome DAQUELE que dava a outra face, que era o exemplo mais vivo da antiviolência e da tolerância?”
(Médico, Psiquiatra, Psicoterapeuta e Escritor, Augusto Cury)

“Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação”. 
(Fp 4:11)

“Não andeis ansiosos de cousa alguma”. 
(Fp 4:6)

"O tempo é um inimigo do Direito, contra o qual o juiz deve travar uma guerra sem tréguas". (Advogado e Jurista italiano, Francesco Carnelutti)

“O desencanto que pode haver, embora se debite à Constituição, é, na verdade, com os agentes concretos da vida do país. Os problemas estão nas ruas do país, não nos artigos da Constituição”. 
(Jurista português, Professor Canotilho)

“O que há em sua vida não são chuvas de aflições e, sim, de bênçãos. Sempre vemos a chuva. Mas será que vemos também as flores?" 
(Lettie Cowman)

JESUS CRISTO “proferiu alguns dos seus mais importantes pensamentos e teve alguns dos seus mais relevantes gestos, não nas sinagogas judias, mas junto a uma mesa”. 
(Médico, Psiquiatra, Psicoterapeuta e Escritor, Augusto Cury)

13/09/2013

Frases para a vida


CRISTO implodiu os paradigmas que até hoje se arraigam na sociedade, que expressam que a violência deve ser combatida com a violência”. 
(Médico, Psicoterapeuta, Psiquiatra e Escritor, Augusto Cury)

“Somos ótimos para detectar as falhas dos outros, mas míopes para enxergar as nossas”
(Médico, Psicoterapeuta, Psiquiatra e Escritor, Augusto Cury)

“A morte do corpo apenas transforma sem destruir”. 
(Chico Xavier)

“Cada um contribua, segundo propôs em seu coração; não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama o que dá com alegria”. 
(2Co 9:7)

“Prossigo para o alvo...” 
(Fp 3:14)

“Se a vida te apresenta a fisionomia triste da solidão, recorda a própria imortalidade e não te detenhas”. 
(Chico Xavier)

“Em tudo fostes enriquecidos nEle”. 
(1Co 1:5)

“O problema não é o problema. É o que nós fazemos com ele”. 
(Psiquiatra e Escritor, Roberto Shinyashiki)

“Todos nós encontramos no caminho os frutos do bem ou do mal que semeamos”. 
(Chico Xavier)

Disse JESUS CRISTO: “Eis que estou convosco todos os dias”. 
(Mt 28:20)

“Os samurais vivem por um ideal: servir ao imperador! O próprio nome samurai significa servidor. Seja na vida particular ou como agentes públicos, precisamos aprender essa característica altruística dos samurais: viver pelo ideal de servir ao próximo”. 
(Analista Processual do MPF/AL - João Paulo Cachate)

Disse JESUS CRISTO: “A minha paz vos dou”. 
(Jo 14:27)

“O maior perigo para muitos de nós não está em uma meta ambiciosa demais, mas no fato de ela ser tão pequena que seja fácil alcançá-la”. 
(Pintor e poeta italiano – Michelangelo)

“No universo, há bilhões de galáxias”. 
(Médico, Psicoterapeuta, Psiquiatra e Escritor, Augusto Cury)

30/04/2012

Dia Nacional da Mulher

Jerônima Mesquita


A lei nº 6.791/1980 institui o dia 30 de abril como o Dia Nacional da Mulher. A data escolhida é uma homenagem a Jerônima Mesquita, uma das primeiras líderes do movimento feminista brasileiro. Ela fundou o Movimento Bandeirante (que tinha como objetivo a inserção da mulher na sociedade) e, ao lado de outras expoentes feministas, criou o Conselho Nacional das Mulheres.

Dia Nacional da Mulher

 
O Dia Nacional da Mulher é comemorado hoje, dia 30 de abril, data de nascimento de uma grande brasileira, que poucos conhecem. Estou falando de Jerônima Mesquita.
Esta data foi instituída durante o governo do Presidente da República, João Batista Figueiredo, através da Lei n.º 6.791/80.
 
Jerônima Mesquita nasceu em Leopoldina, no estado de Minas Gerais, no dia 30 de abril de 1880. Em sua mocidade foi para a Europa concluir os seus estudos (secundário) e ao retornar ao Brasil, não se conformou com a situação e a posição da mulher na sociedade brasileira.
 
Jerônima Mesquita casou-se, aos 17 anos, com seu primo Manoel Miguel Martins, do qual se separou dois anos depois. Eles tiveram apenas um filho.
 
Inteligente, dinâmica, altruísta, observadora e de uma personalidade forte, ela se destacou em diversas áreas sociais e políticas, sempre, voltada para o atendimento e valorização da mulher.
 
Só para se ter uma ideia sobre a sua postura decidida e complacente, quando eclodiu a I Guerra Mundial (1914-1918), Jerônima Mesquita se apresentou como voluntária da Cruz Vermelha de Paris e depois à Cruz Vermelha da Suíça.
 
Segundo as fontes de pesquisa, tanto o seu pai, José Jerônimo de Mesquita, quanto a sua mãe, Maria José Vilas Boas de Siqueira Mesquita, eram conhecidos por serem justos e benevolentes, inclusive, com os escravos de sua fazenda.
 
Quando seu pai morreu, em 1895, sua mãe tinha a idade de 34 anos. Esta acompanhou os estudos dos filhos na Europa e, depois, acabou participando junto com Jerônima Mesquita de muitas atividades de assistência social, bem como em movimentos feministas.
 
Jerônima Mesquita foi sufragista e lutou junto com outras personalidades femininas, da época, como Bertha Lutz e Maria Eugênia, para que as mulheres tivessem direito a voto. Elas lançaram um manifesto à nação, chamado de Manifesto Feminista. Resultado, a partir de 1932, todas as mulheres, acima de 18 anos, passaram a ter direito ao voto.
 
Foi uma das fundadoras do hospital beneficente Pró-Matre, voltado para atendimento às gestantes pobres, carentes. A matriz do hospital foi construída no Rio de Janeiro, mas hoje, há diversas unidades - com esse mesmo nome - em outras cidades brasileiras. Ela também fundou a Associação Cruz Verde.
 
Jerônima Mesquita foi responsável pela fundação do Movimento Bandeirante no Brasil, em 1919. Assim como, também, uma das fundadoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), em 1922.
 
Juntamente com um grupo de companheiras, em 1947, fundaram o Conselho Nacional das Mulheres do Brasil (CNMB), no Rio de Janeiro, cujo princípio de atuação visava à defesa da condição da mulher.
 
A situação sócio-econômica do Brasil, no início do século XX, foi marcada pela fome, a febre amarela, a peste bubônica, a varíola, que se agravaram com a subnutrição do povo. Mas, nada disso, impediu ou representou obstáculo para a atuação de Jerônima Mesquita.
 
Numa das raras entrevistas que concedeu, antes de falecer, ela afirmou que estava feliz com a promulgação da Lei n° 4.121/62, que alterou o “arcaico” Código Civil Brasileiro (1916). A referida Lei ficou conhecida como Estatuto da Mulher Casada.
 
Segundo Jerônima Mesquita, na entrevista concedida, uma das alterações que mais lhe alegrou foi o direito assegurado às mulheres de trabalhar fora, sem a autorização do pai ou do esposo.
 
Jerônima Mesquita faleceu no Rio de Janeiro, em 1972 e, sem dúvida nenhuma, ela foi uma das poucas mulheres ativistas - da época (final do século XIX e início do século XX), que buscou incessantemente a justiça através da igualdade de gêneros (homens e mulheres) na sociedade.
 

Blog educacional - Lucy Mara Ghetti

Derrubaram-se tabus, obstáculos foram vencidos, a ocupação dos espaços foi iniciada. Graças à coragem de muitas, as mulheres conquistaram o direito ao voto, a chefia dos lares, colocação profissional, independência financeira e liberdade sexual. Apesar de válidas, essas aberturas ainda são uma gota num oceano de injustiças e preconceitos.

No último século, o movimento feminista contribuiu imensamente para a efetivação das conquistas das mulheres. Embora muito tenha sido feito, as respostas às questões femininas são pouco eficazes, já que os homens ainda detêm a hegemonia em diversos setores sociais. As políticas públicas ainda devem muitos feitos à população feminina.

Prova da necessidade de maior reconhecimento da mulher é a própria institucionalização de uma data-homenagem; se a sociedade efetivamente tivesse incorporado a ideia de que os dois sexos estão em pé de igualdade, não haveria necessidade de se criar um dia para lembrá-la; seria uma atitude inútil e redundante.

A busca incessante por um lugar ao sol está apenas começando. As mulheres seguem às voltas com os mais variados tipos de violência: no lar, no trabalho e na sociedade. São vítimas, na maioria das vezes silenciosas e indefesas, de agressões físicas, sexuais e psicológicas de todos os tipos e intensidades. E de outras tantas formas de violência, bem mais sutis, embora não menos perversas, como a desvalorização no mercado de trabalho (recebendo salários sempre menores do que os homens que exercem as mesmas funções), as dificuldades de ascensão a postos de comando (nas empresas e na política) e a dupla jornada, entre outras tantas.

Ao contrário do que se possa pensar, não é necessária uma "Guerra dos Sexos" para que o quadro de injustiças se reverta. Sem destituir-se de sua feminilidade, as mulheres podem engajar-se numa luta forte, mas não necessariamente agressiva. Provar ao mundo que não é necessário se revestir de um invólucro masculino para intimidar seus oponentes. A força feminina é suave e poderosa por si só.

A história de lutas e conquistas de tantas mulheres, muitas delas mártires de seu ideal, no decorrer de quase dois séculos, leva a humanidade a iniciar um novo milênio diante da constatação de que ela buscou e conquistou seu lugar. Mais que isso, assegurou seu direito à cidadania, legitimando seu papel enquanto agente transformador.

Fonte: Planeta news




Dia Nacional da Mulher
Se existe algo mais perfeito do que a beleza da mulher,

ganhará não só o meu respeito, mas também minha adoração e fé.

Pois somente uma obra divina, que deve ser reverenciada,

pode ter mais perfeita sina do que o encanto da mulher amada.

O fascínio feminino importa muito mais do que um físico atrativo.

É o conjunto completo de uma obra que deixa qualquer um cativo.

A inteligência, a perspicácia, a sutileza, o instinto, a elegância, a espontaneidade, o sorriso, o carinho...

Todas as mulheres são lindas, embora algumas não expressem toda a delicadeza da sua infinita grandeza...

Todas as mulheres são lindas...

Falta a muitos homens a sensibilidade para compreender a sua complexidade.

Dizem que atrás de um homem há sempre uma grande mulher.

Isso é engano monumental, pois ela nunca estará no final,

Mas sim um caminho inspirando ou espiritualmente comandando.

O passo a ser dado ou o verbo a ser dito, a ação cantada ou o verso a ser escrito.

Pois nada do que o homem tentar será feito para o seu próprio prazer

Haverá sempre uma musa a encantar as etapas do seu íntimo querer.



Que DEUS os abençoe!



Por Rodolfo Pamplona Filho - no lançamento do Livro de Direito de Família, em 23 de março de 2011
VÍDEO publicado no site do Professor Pablo Stolze Gagliano - http://pablostolze.ning.com/

Rodolfo Pamplona Filho
Renomado doutrinador, Professor e Juiz de Direito


Pablo Stolze Gagliano (Pablito - http://pablostolze.ning.com/)
Renomado doutrinador, Professor e Juiz de Direito

13/01/2012

No casamento há a obrigação do exercício da sexualidade?


"De todo desarrazoado e desmedido pretender que a ausência de contato físico de natureza sexual seja reconhecida como inadimplemento de dever conjugal. Forçar o exercício do 'direito' ao contato sexual pode, perigosamente, chancelar a violência doméstica. É bom lembrar que, por muito tempo, prevaleceu a tendência de desqualificar o estupro conjugal"
Maria Berenice Dias
(foto do site mariaberenice )


Ainda que persista a crença que o débito conjugal existe, ninguém consegue definir do que se trata. Será a obrigação do exercício da sexualidade?
Todo mundo acredita que existe o chamado "débito conjugal". Uma crença tão antiga que até dispõe de uma expressão latina debitum conjugale. Esta não é a única referência a esse "direito-dever" que advém do Direito Canônico, chamado de jus in corpus, ou seja, direito sobre o corpo. Claro que é o direito do homem ao corpo da mulher, para atender ao dogma "crescei e multiplicai-vos".
O fato é que o casamento sempre foi identificado com o exercício da sexualidade, pois servia para "legalizar" as relações sexuais. Era um remédio contra a concupiscência – remedium concupiscentiae – o que, segundo o dicionário, significa inclinação a gozar prazeres sexuais.
Até hoje há quem afirme que o casamento se "consuma" na noite de núpcias. Antigamente, tal ocorria pelo desvirginamento da mulher, fato que precisava ser provado publicamente, pela exposição do lençol marcado de sangue, como é visto em filmes de época. Mesmo com o fim do tabu da virgindade – que já serviu até de causa para o pedido de anulação de casamento – o mito continua.
Ainda que persista a crença que o débito conjugal existe, ninguém consegue definir do que se trata. Será a obrigação do exercício da sexualidade? Significa que os cônjuges são obrigados à prática sexual? De onde advém este dever?
Será que a desculpa feminina da dor de cabeça configura descumprimento da obrigação? E a ejaculação precoce ou a impotência –fantasmas que rondam todos os homens – seriam inadimplemento ou mau cumprimento desse dever? E a alegação da mulher de nunca ter sentido prazer, é causa suficiente da incompetência masculina para se desincumbir de seu encargo? E, se de uma obrigação se trata, pode ser executada por terceiros ou é uma obrigação infungível?
A sorte é que a lei não impõe o débito conjugal. O casamento estabelece comunhão plena de vida (CC 1.511) e faz surgir deveres de fidelidade, vida em comum, mútua assistência, respeito e consideração (CC 1.566). Nenhuma dessas expressões é uma maneira pudica de impor a prática sexual. Nem o dever de fidelidade permite acreditar que existe o encargo da prática sexual. Mais serve é para gerar a presunção de paternidade dos filhos (CC 1.597), se tanto.
Nem entre as causas da separação – antigo instituto que não mais existe – havia a previsão de que a ausência de vida sexual autorizava o pedido de separação. A obsoleta culpa, que em boa hora foi abolida do sistema jurídico, autorizava o pedido de separação, sob a alegação de impossibilidade de vida em comum, em caso de adultério, injúria grave, conduta desonrosa (CC 1.573). Mas não há como chamar de injúria grave a resistência esporádica ou contumaz de manter relações sexuais.
De outro lado, a ausência de sexo não torna o casamento anulável. Sequer se pode dizer que configura vício de vontade (CC 1.550 III) ou erro essencial sobre a pessoa do outro (CC 1.556) que diga respeito à sua identidade, honra ou boa fama, a tornar insuportável a vida em comum (CC 1.557 I). Também não pode ser identificada como defeito físico irremediável (CC 1.557 III).
De qualquer modo, mesmo quando há erro essencial, a coabitação valida o casamento (CC 1.559). Claro que esta referência não diz com a prática sexual, mas com a vida em comum sob o mesmo teto. Apesar de a anulação do casamento dispor de efeito retroativo (CC 1.563), enquanto perdurou, gera inúmeros reflexos, inclusive de ordem patrimonial, que não podem desaparecer. Mas, pelo que diz a lei, a anulação do casamento apaga tudo. Os casados voltam ao estado civil de solteiros e não persiste sequela alguma da união, ainda que tenha durado por três anos, que é o prazo prescricional da ação anulatória (CC 1.560 III).
Às claras que o casamento traz a expectativa da prática sexual, em face da imposição social e cultural de sua finalidade procriativa. Mas a abstinência sexual de um dos cônjuges não gera o direito à anulação do casamento. Não há como alegar afronta ao princípio da confiança que se identifica pela expressão venire contra factum proprium, nada mais do que vedação de comportamento contraditório que autoriza a busca de indenização de natureza moral.
Portanto, de todo desarrazoado e desmedido pretender que a ausência de contato físico de natureza sexual seja reconhecida como inadimplemento de dever conjugal. Forçar o exercício do "direito" ao contato sexual pode, perigosamente, chancelar a violência doméstica. É bom lembrar que, por muito tempo, prevaleceu a tendência de desqualificar o estupro conjugal.
Ainda assim, reiterados são os julgados anulando o casamento sob a alegação da impotência coeundi, mais uma expressão latina, e que significa impossibilidade de manter relações sexuais. Os fundamentos jurídicos são dos mais diversos, desde erro moral, erro essencial e injúria grave. Nenhum deles, no entanto, com respaldo legal.
Mas é a afetividade e o amor que levam as pessoas a casarem. Estes são os mais significativos ingredientes da affectio maritalis – para continuar invocando expressões antigas – presente nos vínculos familiares da atualidade!


(Arte do Conjur)

Maria Berenice Dias é advogada especializada em Direito Homoafetivo, Famílias e Sucessões e vice-presidente nacional do IBDFam (Instituto Brasileiro de Direito de Família). Foi desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

30/10/2011

Drogas: internação compulsória e educação

FERNANDO CAPEZ
Procurador de Justiça licenciado de São Paulo, Mestre (USP) e Doutor (PUC), Professor universitário Jurista, Deputado Estadual (PSDB-SP), no exercício do segundo mandato consecutivo.  


 
A violência assusta a todos nós. O sono interrompido por meliantes invadindo nosso lar. O semáforo que tarda a sinalizar luz verde, submetendo-nos a intermináveis momentos de tensão ao nosso redor. Os filhos que saem de casa para se expor aos perigos urbanos, gerando em nós a angústia da espera.

Pior que a própria insegurança, só mesmo sua inquietante sensação. Dados recentes do IBGE apontam que 35,7% dos lares brasileiros possuem grade em portas ou janelas. Quem tem condições, se protege como pode.

O rentável mercado da segurança privada floresce, alimentando a indústria do medo. Blindagem de automóveis, condomínios fechados, vigilância particular em ruas e residências, mundos interiores fechados esvaziam espaços públicos e ceifam a convivência social, sombreados pelo fantasma da criminalidade. Na gênese disso tudo, encontra-se a disseminação ilícita das drogas.

Triunfantes em sua batalha na mente do jovem, os entorpecentes têm dragado vidas ainda incipientes ao abismo da dependência sem volta. Antecedidas, em regra, por um histórico de desprezo, maus-tratos, abandono, abuso sexual, comportamento omisso ou inadequado dos pais ou responsáveis, ou mesmo pela falta de perspectiva de projetos positivos, crianças e adolescentes perambulam pelas cracolândias da vida, em busca de drogas baratas e mortais.

Há uma dupla vitimização: do viciado, impelido pelo incontrolável desejo de consumo, o que acaba por se tornar um delinquente, e dos inocentes, que por infelicidade cruzam seu caminho durante a ação criminosa.

Nessa perspectiva, o uso indevido de drogas deve ser reconhecido como fator de interferência na qualidade de vida do indivíduo e na sua relação com a comunidade à qual pertence (Lei 11.343/2006, art. 19, I).

A internação involuntária do dependente que perdeu sua capacidade de autodeterminação está autorizada pelo art. 6º, inciso II, da Lei 10.216/2001, como meio de afastá-lo do ambiente nocivo e deletério em que convive.

Tal internação é importante instrumento para sua reabilitação. Na rua, jamais se libertará da escravidão do vício. As alterações nos elementos cognitivo e volitivo retiram o livre arbítrio. O dependente necessita de socorro, não de uma consulta à sua opinião.

A internação compolsória por ordem judicial pressupõe uma ação efetiva e decidida do Estado no sentido de aumentar as vagas em clínicas públicas criadas para esse fim, sob pena de o comando legal inserto na Lei n. 10.216/2001 tornar-se letra morta.

Espera-se que o Poder Público não se porte como um mero espectador, sob o cômodo argumento do respeito ao direito de ir e vir dos dependentes químicos, mas, antes, faça prevalecer seu direito à vida.

 


28/06/2011

A violência continua na pauta

(Arte do Blog do 'professorwalter')


Goiânia, 27/06/2011 - O artigo "A violência continua na pauta" é de autoria do diretor-tesoureiro do Conselho Federal da OAB, Miguel Cançado e foi publicado neste domingo (26) no jornal O Popular, de Goiânia:


"Não há um só dia em que, logo cedo, lendo os jornais, não nos assaltam, com perdão da expressão apropriada para o tema, as notícias sobre a crescente e diversificada onde de violência que assombra a sociedade brasileira. No entanto, a reflexão sobre as causas da violência social não deve passar apenas pela elaboração de medidas emergenciais. Evidentemente, maiores investimentos em segurança pública, como o aumento do efetivo policial nas ruas e a construção de novos presídios são necessários. No entanto, é preciso considerar que cultura, educação e instituição familiar são fundamentais para superarmos a crise social em que estamos mergulhados. E é muito urgente!

São notícias sobre as mais variadas formas de violência: contra a mulher, crianças e adolescentes, homossexuais; no trânsito; nas escolas, a velha agressão sob nova denominação - o bullying; enfim, são tantos os casos e exemplos, quase incontáveis.
A cada caso e cidadão que eleva as estatísticas de violência em todo o país, nos perguntamos, perplexos: por quê? Há tempos, a pobreza deixou de justificar muitos crimes. O envolvimento com drogas, por exemplo, certamente responde pela maioria dos casos. Mas, não podemos mais buscar explicações sem propor medidas preventivas, sem ouvirmos a sociedade, sem planejar o que será feito a partir de hoje para reverter este grave cenário.

Um plano de ação nacional deve envolver várias frentes de atuação e ser desenvolvido com seriedade. A instituição familiar, o incentivo e a valorização dos jovens em atividades esportivas e na área cultural, a educação básica de qualidade e em tempo integral e o fim da impunidade estão entre questões relevantes para a redução da violência, é o óbvio, reconheço, mas passa por ai.

Mas isso não é novidade. Todos nós, instituições sociais, Estado e sociedade civil, sabemos disso. Falta vontade política, compromisso com a população, planejamento e justiça social. Por outro lado, os valores arrecadados com a alta carga tributária a qual nos submetemos, se bem aplicados, possibilitam, sim, o desenvolvimento de ações viáveis e que podem gerar bons resultados.

E, apesar do Estado ter suas responsabilidades, a sociedade civil não pode se isentar. O mínimo que devemos fazer é mobilizar organizações que trabalham com esse intuito e cobrarmos, incessantemente, ação por parte dos governantes e representantes no Poder Legislativo.

A violência está entre os principais desafios da sociedade brasileira nesse momento e não deve ser tratada como um projeto para o futuro, mas como uma urgência que já extrapolou todos os níveis de tolerância".

10/05/2011

OAB afirma que sem investimento País pode capitular diante da violência

O presidente em exercício da OAB avalia como preocupante resultado da pesquisa sobre violência.
(Foto: Eugenio Novaes)

Brasília, 09/05/2011 - O presidente em exercício do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Alberto de Paula Machado, considerou hoje (09) "altamente preocupantes" os dados da pesquisa Mapas da Violência de 2011, divulgada pelo jornal O Globo*, segundo os quais dos 50 mil assassinatos ocorridos por ano no Brasil, apenas 4 mil, ou 8%, têm autores identificados e presos. "Ou o Estado faz investimento maciço na área de segurança, ou irá capitular de vez diante do crime", advertiu.

O presidente em exercício da OAB Nacional avaliou também como um dado que expõe a inoperância da área de segurança brasileira a informação de que o País tem hoje mais de 100 mil assassinatos sem solução, conforme inquéritos abertos até o ano de 2007. Para ele, essa revelação, somada à de que apenas 8% dos 50 mil assassinatos anuais são solucionados pela polícia, "é prova inequívoca de que o aparato policial brasileiro está defasado e impotente para combater a estrutura do crime que é cada dia mais sofisticada".

Alberto Machado reiterou que os dados da pesquisa evidenciam a necessidade urgente de o país conferir maior prioridade aos investimentos na área. "Está claro que para se combater o crime organizado no Brasil é necessário muito investimento e políticas públicas adequadas", afirmou. Segundo ele, de nada adiantarão planos e programas mirabolantes na área de segurança se essas providências não forem adotadas.

Fonte:
 
*Matéria do Jornal 'O Globo':

09/05/2011

O mapa da violência

(Blog saudenegra)

Mapa da Violência 2011 mostra extermínio de juventude negra


O "Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil", lançado nesta quinta-feira (24/02), em Brasília, pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (foto), revela que o número de homicídios entre a população negra é explosivo e que os altos índices de vitimização – que piora entre os jovens -, beiram ao cenário de extermínio.

Segundo o Estudo, elaborado pelo Instituto Sangari, em parceria com o Ministério da Justiça, e coordenado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, o número de pretos e pardos assassinados no Brasil aumentou entre 2002 e 2008, enquanto que o número de brancos vítimas desse tipo de crime caiu.

Proporcionalmente, segundo o Mapa, baseado em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, morrem, proporcionalmente, mais do que o dobro de negros do que de brancos, vítimas de homicídios.


Números assustadores
Em 2002, em cada grupo de 100 mil negros, 30 foram assassinados, número que saltou para 33,6 em 2008. Já entre os brancos, o número de mortos por homicídio, que era de 20,6 por 100 mil, caiu para 15,9.


Em Estados como Paraíba e Alagoas, segundo o sociólogo Jacobo, os números são ainda mais estarrecedores: em Alagoas, para cada jovem branco assassinado, morrem mais de 13 jovens negros; na Paraíba são 20 jovens negros mortos para cada jovem branco.


Os dados por raça só passaram a ser levados em conta a partir de 2002. O Mapa da Violência também leva em conta mortes por acidente de trânsito e suicídios registradas de 1.998 a 2008.


A situação, segundo o Mapa é muito pior entre os jovens, onde a taxa de homicídios entre os brancos de 15 a 24 anos, registrou queda de 30%. Entre os negros, na mesma faixa etária houve aumento de 13%.


A vitimização da população negra passou a ficar evidente a partir de 2002, quando os dados começaram a ser levantados. Em 2002 morriam proporcionalmente 46% mais negros que brancos, percentual que passa para para 67%, em 2005, e para 103% em 2008.

Fonte: Blog saudenegra


Uma radiografia das mortes violentas de nossos jovens

Como a violência tem levado à morte os jovens brasileiros nas capitais, Estados, grandes conglomerados urbanos e municípios? Ajudar a encontrar resposta a essa pergunta é uma das propostas do Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, lançamento conjunto do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, braço social da Sangari.