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02/09/2014

Filme - A Culpa é das Estrelas

 

'A culpa é das estrelas' narra o romance de dois adolescentes que se conhecem num Grupo de Apoio para Jovens com Câncer e, com forças para enfrentar a doença, experimentam 'uma eternidade dentro de dias numerados'.

Documentário - 'Garota, você pode!'


Exemplo inspirador!


Abbey Curran foi diagnosticada com paralisia cerebral quando tinha 2 anos mas nunca aceitou suas limitações. Em 2008 participou de um concurso de beleza e isso a motivou a criar o concurso “Miss You Can Do It” para meninas com alguma incapacidade.


13/10/2013

Filme - A Caça


Algumas pessoas vivem caçando o próximo, com o dedo em riste, mesmo sem saber da verdade dos fatos. Seja por ouvir dizer, por uma mentira jogada ao vento ou, simplesmente, porque viu ou leu uma reportagem, na qual estava estampada com letras garrafais que o ‘caçado’ fez algo de errado. São as mesmas pessoas que caçariam hoje, sem pestanejar, o nosso Mestre JESUS. Condenam sem o devido processo legal. Acusam por uma simples fofoca. Ignoram a dor do próximo e dos seus familiares e amigos, todos indiretamente envolvidos. Dilaceram corações, vidas, lares, sem dó e compaixão. São os fofoqueiros, covardes assassinos. Muitas vezes, apontam sem saber de nada. Pessoas do mal, medíocres, que navegam pelas áreas mais sombrias do ser. 

Eis um bom filme para uma reflexão.

Trailer:

16/08/2013

Estacionamento irregular em vaga de idoso ou deficiente pode se tornar infração grave


Um policial militar efetuando uma multa em um carro estacionado em uma vaga para deficiente em frente ao banco do brasil
Quem estacionar irregularmente em vagas reservadas a idosos ou pessoas com deficiência física poderá não só ser multado, como ter o veículo apreendido. O assunto é tema em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que deverá votar, nesta quarta-feira (14), substitutivo do senador Anibal Diniz (PT-AC) a projeto de lei da Câmara que muda o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para tornar essa infração grave.

Originalmente, PLC 99/2007 a proposta pretendia estabelecer como infração “gravíssima” o estacionamento não-autorizado em vaga destinada a deficientes físicos. Aníbal avaliou que a classificação seria excessiva, pois tal irregularidade não representaria ameaça à segurança do trânsito ou de terceiros. Assim, não só propôs a aplicação da infração como grave, como decidiu estendê-la ao motorista que também usar irregularmente vagas reservadas a idosos.
Fonte: 'deficientefisico'

05/08/2013

DICAS com o economista e professor da FGV-RJ Luís Carlos Ewald


Você já pensou em pagar o dízimo para si mesmo, e fazer suas economias aumentarem sem nem se dar conta disso? Qual o melhor caminho para poupar dinheiro e comprar a casa própria, ou o tão sonhado carro? Como fazer o orçamento doméstico? Existe algum truque para não cair em tentação e parar de gastar dinheiro?

O economista e professor da FGV-RJ Luís Carlos Ewald, também conhecido como Sr. Dinheiro, dá dez dicas simples e bem-humoradas para melhorar a sua vida financeira. 

1) Qual a melhor forma de se poupar dinheiro atualmente?

A melhor forma de poupar é pagar o dízimo para nós mesmos. Pense assim: eu sou pastor e tenho uma igreja, a Igreja Financeira dos Juros dos Últimos Dias. Todo mês, quando cai o salário, já retiro 10% do valor e deposito numa caderneta de poupança.
Desse modo, a pessoa vai juntar dinheiro até conseguir investir em algo que dê mais rentabilidade. Caderneta de poupança não é para ficar rico: ninguém fica rico desse jeito. A renda fixa serve para juntar dinheiro.
Quando falamos de quantias pequenas, não acho que faça muita diferença guardar o dinheiro em um CDB, ou fundo, ou no Tesouro Direto. Todas essas alternativas dão mais trabalho do que a caderneta de poupança, que é mais fácil para o pequeno investidor, pois ele não tem que entrar em computador, ele pode mudar de banco na hora em que quiser, todo mundo conhece a regra. Mas, claro, rende uma "merreca". Para ganhar dinheiro, tem que investir no mercado de ações na hora certa. Não tem outro jeito.

2) E para quem quer comprar a primeira casa, quais as dicas?

A principal é para que se faça uma pesquisa muito grande do preço à vista para pagar o mais barato possível. Se precisar de financiamento, financie pelo menor valor, pelo menor tempo possível. De preferência, não ultrapasse 15 anos de financiamento. Trinta anos de financiamento são um crime, uma armadilha para as pessoas, que vão comprometer boa parte da renda por um período muito grande de tempo.
Mas, se obtiver um financiamento nos moldes do programa do governo Minha Casa, Minha Vida, vale a pena financiar, pois a taxa de juros é subsidiada. 

3) Qual o seu conselho para quem pretende financiar a compra de um carro?

Eu diria para não financiar nada. Diria até que não vale a pena comprar um carro se você percorre menos de 60 km por dia todos os dias em São Paulo, por exemplo. Nesse caso, é melhor andar de táxi.
Em três anos, um automóvel perde 40% do seu valor. Além disso, carro tem custos altos: IPVA, estacionamento, seguro, multa, manutenção, combustível. O pior é a depreciação. Um carro de R$ 25 mil, por exemplo, em três anos vale R$ 10 mil a menos. Some a isso todos os gastos, e veja quanto gastou por dia, ou quanto perdeu por não manter o dinheiro num investimento.
Mas se, ainda assim, quiser comprar o veículo, melhor comprar à vista ou financiar pelo menor tempo possível para pagar menos juros.
 
4) Qual a melhor escolha na taxa de juros: a pré ou a pós-fixada?

No momento é a pós-fixada, já que a taxa Selic (principal taxa de juros da economia, que norteia todos os contratos) está com tendência de alta. 

5) Como fazer um bom orçamento doméstico?

Anotando todas as despesas para ver o que é supérfluo e o que não é, e tratar de gastar menos do que se ganha, poupando pelo menos 10% da renda. Se você gasta muito com cafezinho em padaria, por exemplo, tem que anotar esse custo também. Tem que anotar tudo, para saber por onde seu dinheiro está escapando.

6) Quais as dicas para não gastar demais na hora das compras?

Não levar cartão de crédito, nem cheque, nem carteira de identidade, para não cair na tentação de fazer um financiamento. Vai com uma nota de R$ 100 que ninguém troca. Lembre-se: toda dieta é boa desde que seja feita.

7) Qual é a proporção ideal de salário para economizar?

Dez por cento é uma boa proporção, é um dízimo para nós mesmos.

8) Como saber quais são as despesas que podemos cortar?

Tudo o que for supérfluo e que seja passível de cortar ou mudar de fornecedor.

9) Vale mais a pena morar de aluguel a comprar uma casa?

Sim, principalmente agora que o valor do aluguel está em torno e 0,3% do valor do imóvel. Se for alugar, pechinche bastante. Se a intenção é comprar a casa própria, vá economizando durante esse tempo [enquanto mora no imóvel alugado], junte dinheiro para dar uma boa entrada na casa própria e financiar por menos tempo.

10) Investir em ações é algo muito arriscado ou todos deveriam investir uma parcela do seu patrimônio nesse tipo de investimento para o futuro?

Ações representam empresas, e empresas são as que mais ganham sempre. Se você souber ser um bom empreendedor, você vai ganhar bem. As empresas com ações em Bolsa normalmente são negócios bem administrados. Se quiser investir em ações, peça informações, acompanhe o mercado aos poucos. No momento, está uma maravilha para comprar porque as ações estão em baixa. Esta é a hora de comprar.



Fontes: Uol - Noticias e Porta do Consumidor

Por falar em DÍZIMO:


Nada contra oferta espontânea, muito menos ainda contra a caridade. Caridade e Amor caminham firmes em direção à LUZ. 

O assunto que segue adiante abrange algo sombrio, bem diferente, que é o dízimo de dinheiro trazido da Antiga Aliança, na Lei de Moisés, para a Nova Aliança. Ou seria trízimo? Será um lobo em pele de cordeiro, inventado pelas sombras do dogmatismo religioso? É feita uma lida completa da Bíblia ou, apenas, retalhada? Com as traduções e transliterações, já ficou conveniente o condicionamento. Imagine com uma leitura de pequenos trechos! 


DÍZIMO NUNCA FOI DINHEIRO. Isso não tem e nunca teve na Bíblia. Dinheiro como dízimo? 

O dízimo é a colheita toda, não de dinheiro, mas do que foi cultivado na terra. E não é a décima parte. Nunca foi. É dito na Bíblia para dar a décima parte do dízimo. A décima parte de 10% seria 1%. Mas, é a colheita toda. É 100%. Dízimo é uma palavra que vem de colheita, significando dizimar. Na lei de Moisés foi dito para retirar a décima parte do que era dizimado e separar para o Criador, expressão para se ilustrar o que era dado ao POVO LEVITA, e este tinha que dar ao sacerdote, ao viúvo, ao órfão, ao necessitado, ao viajante. 

NADA DE DINHEIRO! 


“Também todas as dízimas DO CAMPO, DA SEMENTE DO CAMPO, DO FRUTO DAS ÁRVORES, são do SENHOR; santas são ao SENHOR. Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela. No tocante a todas as dízimas do gado e do rebanho, tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao SENHOR” (Levítico 27:30-32). A décima parte do que todos plantavam era dada para o Criador, que era entregue ao POVO LEVITA. Está escrito que SÓ OS LEVITAS TINHAM O DIREITO DE PEGAR O DÍZIMO. Só os levitas na Lei de Moisés. 

Dizimar é dar dinheiro para determinada religião? Claro que não! Quem quiser contribuir que o faça espontaneamente e não sendo enganado. Está claro que dizimar diz respeito à colheita dos alimentos. Isso já era para ser assunto encerrado. No entanto, com a falta de leitura ao lado do condicionamento bíblico, as pessoas são facilmente enganadas. 

Alguém já disse que quando se oferta o dízimo, Deus abençoa? Só que, naquela época, BÊNÇÃO, diante da colheita, significava CHUVA. No Antigo Testamento, ou seja, na Velha Aliança, há o registro da fala de Deus dizendo que seriam abertas as comportas do céu e derramadas chuvas de maneira tal que daria tanta plantação que não seria possível mais colher nos celeiros. A plantação seria regada. Seria bom para a terra e não para os bolsos. 

Alguém poderia perguntar pela leitura de Salmos 24:1, que diz – Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”. Aí é dito que o dízimo é do Senhor? Tudo pertence a Deus, isso é até lógico, pois Ele criou tudo. Deus necessita de dízimo? Só se for para ofendê-Lo. 

O mais importante é fazer o bem, praticar a caridade, amar o próximo etc. 

Quem dá o dízimo está fazendo algo para o Criador? Para o próximo? Só se for com base na ilusão. 

Para sair um pouco do Antigo Testamento, alguém poderia também citar 2 Co 9:6-7, que diz: “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria”. Aí é dito que o dízimo é para ser empregado na pregação do Evangelho? Onde está isso na Bíblia? Para ser justo, é preciso dizimar? Tem isso na Bíblia? Não estou nem falando na transformação que houve com as Escrituras Sagradas. Só estou mencionando a Bíblia. 

Alguém ainda poderia indagar sobre Mateus 23:23 (com Lc 11:42), que diz: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas”. Aí foi dito que o Senhor aprovou o sistema de dízimos? JESUS, no versículo, disse apenas que, ao invés de se preocuparem somente com a lei de Moisés, as pessoas deveriam amar o próximo. Ou seja, JESUS estava corrigindo o que estavam fazendo errado. JESUS, por ser judeu, respeitou essa lei da Antiga Aliança referente à época dos levitas e que depois passou para o povo judeu. 

Poderia alguém citar Malaquias 3:8-10 (último livro do Antigo Testamento): Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”. O Criador dizia para aquelas pessoas trazerem o dízimo integral. Isso porque apenas parte estava sendo levada para o armazém (casa do tesouro). É preciso ler o livro de Malaquias todo e não só o que interessa ao condicionamento mental. 

Ainda alguém poderia acrescentar a citação de Provérbios 3:9-10, o livro da sabedoria, para dar um tom poético talvez e sempre misturando tudo para que o condicionamento mental possa dar algum resultado (dinheiro): “Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares”. Dízimo não tem, e nunca teve, nada a ver com dinheiro dado para templos de pedra! Pelo menos, na Bíblia isso não existe. 

DÍZIMO EM DINHEIRO NÃO EXISTE e, o que é pior, NUNCA EXISTIU, nem no Antigo Testamento, na Velha Aliança. 


É dito na Bíblia que o dízimo, além de ser bíblico, é um mandamento de Deus? É dito que o dízimo deve ser entregue apenas na casa do senhor? E que casa seria essa? O Criador estaria habitando numa dessas casas, em templo feito por mãos humanas? Destaque-se que JESUS não tinha nem onde reclinar a cabeça. Então, que casa seria essa? Será alguma denominação? Qual? São as várias moradas? Brincadeira! Casa do Senhor na Bíblia significa Jerusalém ou Israel. 

Quem quer o dízimo não quer também que o condicionado saiba da verdade, do que foi escrito. Não há referência ao templo em momento algum como Casa do Senhor. A plantação, os frutos da terra, os cereais, tudo isso foi transformado em dinheiro, em bufunfa, muita bufunfa. Só não foi pela Bíblia, a não ser que haja nova tradução ou transliteração, para condicionar ainda mais o que foi escrito pelo Criador nas Escrituras Sagradas e colocadas na Bíblia (conjunto de livros, com índices, epígrafes, capítulos, versículos, etc., coisas inexistentes nas Escrituras Sagradas). Como se o que o Criador escreveu precisasse de reparos. 


E o trecho de Malaquias, quando é dito “trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa?” Alguém poderia perguntar isso. É preciso ainda dizer que esse mandamento é para os sacerdotes e ‘minha casa’ significa Israel? O POVO, precisando de mantimento, deve procurar os templos de pedra PARA SER AJUDADO e não o contrário. O texto bíblico foi escrito no sentido de que houvesse mantimento em Jesuralém, que ficava na região de Israel, para cuidarem do órfão, da viúva, do viajante. Para falar de dízimo, é preciso fazer menção só à lei de Moisés, já que é a lei sobre o dízimo e não citar a Nova Aliança, como a Epístola de Paulo aos Coríntios (2 Co 9), que não tem nada a ver com o contexto. É preciso fazer referência aos livros de Deuteronômio, Levíticos... O dízimo era para ser entregue em Jerusalém e se o lugar fosse longe de Jerusalém, já que Jerusalém cresceu muito na época de Salomão, era para ser vendido o material da colheita e ir para Jerusalém para comprar tudo que precisasse. 

Isso é o dízimo que está na Bíblia. É preciso, antes de qualquer leitura, ler primeiramente os 34 capítulos de Deuteronômio para poder entender e não apenas 01 versículo combinado com outro versículo bem distante. Na Bíblia é dito que, pela lei de Moisés, SÓ OS LEVITAS tinham o direito de tomar o dízimo de Israel. SÓ A TRIBO DE LEVI. NÃO TEM NADA A VER COM DINHEIRO! 


Aí alguns poderiam citar 2 Co 9:7-8 – Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra”. Deus ama a quem dá ‘AO PRÓXIMO’ com alegria, e não a um templo de pedra. É preciso não parar a leitura. O que diz o versículo 9? “Conforme está escrito: ESPALHOU, DEU AOS POBRES; A sua justiça permanece para sempre”. Fica evidente que NÃO TEM NADA COM DÍZIMO. O que JESUS fez com a moeda? ELE disse: “Dai a Cesar o que é de Cesar”. 


Se quisermos dar algo a Deus, matemos a fome de alguém. Pelo menos, ninguém erra em fazer o bem. Diferente é contribuir com a mentira. JESUS nunca teve envolvimento com dinheiro. Além do dízimo, ainda há os pactos de ofertas, trízimos e tantas outras invenções. Essas invencionices também estão na Bíblia?


Além de vários sites, a exemplo do ‘cpr.org.br’ (http://www.cpr.org.br/dizimo-do-dizimo.htm), e estudos sobre o tema, há uma Monografia, escrita pelo Teólogo Bosco Vieira, que disponibiliza o material de forma gratuita caso alguém o solicite. Há um vídeo explicativo bem interessante - http://www.youtube.com/watch?v=S4fNWY6iKa4.

02/07/2013

Filme - Órfãos da Guerra (inspirado em fatos reais)


Hogg cresceu na pequena cidade de Harpenden, na Inglaterra. Ele estudou na St. George's School, onde ele foi capitão da First XV Rugby e foi chefe no seu último ano.
Em 1937, ele navegou no Queen Mary para Nova Iorque, andando à boleia pelos EUA, e juntamente com a tia, a bem conhecida pacifista inglesa Muriel Lester, realizou uma viagem ao Japão, como parte de uma viagem em volta do mundo antes de aceitar uma oferta de emprego na banca. 

Momentos relatados no filme:
Em Janeiro de 1938, ele embarcou do Japão para Xangai, numa suposta visita de dois dias, mas ele nunca mais voltou para casa.

Fonte: Wikipedia

Trailer:

18/06/2013

A respeito das manifestações de rua em SP, RJ e outras cidades brasileiras...


manifestantesnamarquise
(foto do blog do Flávio Siqueira)

“A respeito das manifestações de rua em SP, RJ e outras cidades brasileiras... É obtusidade córnea ou má fé cínica (lembrando Machado de Assis) acreditar que evento de tal magnitude (e crescente) seja sustentado apenas por um aumento de 20 centavos na passagem de ônibus. Para o "povão" esse dinheiro faz falta, mas não motivaria saída às ruas. Para os jovens de classe média, menos ainda. O fato real é que há um sentimento ainda difuso de insatisfação, temor do futuro que criou o caldo de cultura para as manifestações ainda em curso. E outras que começam a aparecer... Talvez fizesse bem à turma dos gabinetes um ‘choque de realidade’ andando pelas ruas. Quem não souber ver, vai pagar caro - nas urnas... O governo está cada vez mais refém da sua própria base aliada, mesmo que a oposição não lhe cause maiores percalços”.
_______
Francisco Petros
Economista e pós-graduado em finanças (IBMEC). Trabalha há vinte anos na área de mercado de capitais, especialmente no segmento de administração de fundos e carteiras, corporate finance e consultoria financeira. Foi Presidente da APIMEC- Associação Brasileira dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (2000/02).

José Marcio Mendonça
Jornalista profissional, analista de riscos. Foi diretor da Rádio Eldorado, de São Paulo, e chefe de redação da Sucursal Brasília dos jornais "O Estado de S. Paulo" e "Jornal da Tarde". Editou o "Caderno de Sábado", suplemento de cultura o JT. É editor do blog "A política como ela é" e colunista do jornal "Diário do Comércio" (SP).

“Essa repentina explosão, mesmo a falta de lideranças e de uma ‘pauta’ clara, sinaliza que o descontentamento com o transporte público e o preço das passagens foi apenas o estopim para algo preso, achatado, entalado na alma, especialmente da classe média brasileira... A ostentação do índice de aprovação dos governos servia como tapa na cara, o discurso oficial de que ‘nunca antes na história desse país’ o povo esteve tão feliz eram solventes para qualquer sinalização de necessidade de mudança, a percepção de que o descontentamento era tópico, restrito à ‘mídia golpista’ ou a ‘conservadores reacionários’, enquanto casos de corrupção se avolumavam sem grandes consequências e/ou explicações, o endividamento, o enriquecimento dos bancos, a altíssima carga tributária, os juros, os jogos políticos, as associações em torno do poder, tudo, de alguma maneira, inibia um grito de insatisfação generalizada, pelo menos em parte da população, como se não houvesse mais esperança, tudo perdido, como se não adiantasse, como se o povo tivesse sido engolido por uma máquina publicitária e assistencialista, corrupta, demagógica, dogmática, populista, e, sobretudo, moedora de mentes, aspirações e ideais... Nossa democracia retrocedeu, não havia espaço para críticas, discordâncias, oposição, questionamentos sem que o questionador se transformasse em objeto de ataque, seja ideológico, jurídico, ou físico em alguns casos. A porta estava fechada, trancada e a chave tinha sido engolida. No primeiro sinal, na primeira fresta, e a passagem de uma tímida luz (o protesto pelo preço das passagens)os que dormiam acordaram e a correria em direção à saída foi generalizada... Os protestos deixaram de ser do movimento passagem livre e passou a ser de um povo, ou pelo menos parte de um povo que não aguentava mais. Por isso a perplexidade das autoridades que argumentam ‘não há com quem negociar’, ‘quais as pautas?’. Não é um movimento com um líder, suas bandeiras e pauta reivindicatória. É um povo, são jovens e adultos, é gente acuada que de repente acordou e saiu às ruas para assustar seus meticulosos e acomodados algozes. Não é apenas uma lista a ser atendida, mas um grito a ser ouvido. Com ou sem exageros, que suas vozes repercutam e os chamados ‘donos do poder’ sintam que são , ou deveriam ser, representantes de um povo que de vez em quando acorda, de vez em quando protesta, de vez em quando mostra a cara e, quando o faz, ninguém sabe o que fazer”. 


(Radialista, Flávio Siqueira)

“As manifestações traduzem, ainda, a vontade social de expandir sua locução. Há muitos gritos presos nas gargantas. Há demandas reprimidas. A metáfora é a da panela de pressão: se não houver uma válvula que permita soltar o vapor, a panela explode. As manifestações funcionam como válvula de pressão. Ao ganhar as praças, a galera vai de encontro ao respiro social. Sob outro prisma, enxerga-se na mobilização da massa um sinal de que a democracia participativa encontra espaço para se manifestar. E qual a razão ? A crise que assola a democracia representativa. Norberto Bobbio já avisara: a democracia não tem cumprido seus clássicos compromissos: o acesso à Justiça; combate ao poder invisível; educação para a cidadania; transparência dos governos, etc. As representações políticas em todas as instâncias frustram expectativas. Os políticos são execrados. Cria-se um imenso vácuo na sociedade. Que é ocupado por uma miríade de entidades. A democracia participativa - direta - surge nesse bojo, resgatando a forma original - as reivindicações do povo na Ágora, a praça central de Atenas”.


(Jornalista, Professor Doutor Gaudêncio Torquato)

29/05/2013

Filme - Uma Família em Apuros


Quando Artie Decker (Billy Crystal) e sua esposa Diane (Bette Midler) são deixados sozinhos para cuidar de seus netos, os antigos métodos de educação colidem com os métodos modernos - sem punições, e muito menos diversão. Mas quando as coisas começam a ficar fora de controle, os avós começam a usar uma tática inesperada para conquistar os netos: ensiná-los como ser crianças e se divertir.
(CinePop)

Trailer:

25/05/2013

Filme - O Líder da Classe (inspirado em fatos reais)



Desde a infância, Brand foi humilhado na escola por alunos e também por sua professora por ter Tourette; também não teve a aceitação do pai, que dizia, igual a sua professora, que ele podia controlar todos os movimentos involuntários causados pela Tourette. Uma amiga da família até sugeriu que ele fosse exorcisado. Os médicos nada sabiam sobre a sua doença, até que sua mãe resolveu pesquisar e descobriu que ele sofria de Síndrome de Tourette e passou a ajudá-lo. Já adulto, Brand tentou arrumar emprego em 25 escolas: 24 o recusaram por ter essa doença, apenas uma o aceitou; esta mesma se adaptou a ele: o diretor junto com os professores lhe reservaram uma sala e uma turma de crianças do segundo ano para ele dar aula. Embora na sua turma estivesse incluído um aluno um pouco problemático chamado Thomas, as coisas iam, a princípio, bem. Mas o pai de uma garotinha que fazia parte de sua turma, resolveu tirar a filha da turma de Brand, por causa do preconceito contra a sua Tourette.
Ele conheceu pela web uma moça chamada Nancy Lazarus, com quem se casou em 2006, que tinha quase todos os mesmos gostos que ele. Depois recebeu a aceitação do pai, que sabendo por ele que não haviam estantes novas na biblioteca da escola, construiu-as e as mandou para a escola. Ele também ganhou o prêmio de Professor do Ano.

Fonte: Wikipedia

Trailer:

08/05/2013

Interferência do Estado no 'mau gosto' musical

Cláudio Lucena
Advogado e professor do Departamento de Direito Privado (DPP) da Universidade Estadual da Paraíba


Minha falta de personalidade não para de me encabular.

Em algum instante de um passado recente, uma erva medicinal e uma bebida, cuja combinação à mesa sempre levantou as mais fundadas suspeitas gastronômicas, transformaram o vaqueiro num “peão” – que até então ninguém no Nordeste tinha a menor idéia de onde tinha vindo nem pra onde ia. Desde este dia que eu defendo e torço com todas as minhas forças pra alguém tomar alguma atitude mais enérgica pra tentar estancar este processo de completa extinção da memória da música nordestina autêntica, tradicional.

Agora, quando alguém finalmente toma esta atitude, bato pino.

Pergunto a mim mesmo se será apenas esta minha falta de personalidade crônica que não permite que eu endosse integralmente as restrições que o secretário Chico César faz em relação a estas manifestações musicais regionais que não têm o brilho d’outrora, mesmo tendo sonhado que alguém tivesse a coragem de fazer isso durante tanto tempo.

Porque discriminação eu mesmo faço, na minha casa, com todo orgulho. Discrimino, mesmo. Posso, devo, faço e não tem quem empate. Há uma sanfona em minha casa, em cujas teclas e baixos vez por outra me arrisco, e que proporciona a mim e aos meus uma diversão renovadora de final de semana. Pertenceu ao saudoso Josinaldo, que a transmitiu a Braz do Congo, que, por sua vez, confiou-a a mim através de Robertinho, pra que eu lhe desse algum uso, por pobre e limitado que fosse. Está sob os meus cuidados. Dela, não sai o que eu acho que não presta. Quer acabar com a brincadeira? Insista. Já acho desrespeito suficiente eu me valer dela pra fazer o que eu faço. Agora, submetê-la à desonra dos desmandos musicais deste mundo ingrato, aí nem pensar. Seria fazer o lendário mestre se revirar em seu lugar de descanso eterno.

Mas isso é lá em casa, onde, na ausência de minha mulher, mando eu.

Houve um tempo em que tudo fazia sentido no forró nordestino. Na casa de meus pais, tios e avós, onde se ouvia Luiz Gonzaga, Marinês, Trio Nordestino, os Três do Nordeste, Genival Lacerda, as letras cantavam as coisas da terra, do amor e do povo, as melodias eram simples, singelas, sutis, sem muita elaboração, mas poéticas e agradáveis. Até os nomes dos artistas e das atrações pareciam mais verdadeiros, mais honestos. Havia outras vertentes de música, umas mais socialmente engajadas, outras mais engraçadas, irreverentes, até picantes, mas que também divertiam o público.

As manifestações musicais de hoje, em todos os gêneros, nos permitem algo que nunca antes da história da cultura, neste ou em outro país, tinha sido possível: a constatação objetiva do mau gosto. Nas aulas de Direito Autoral, tenho o hábito de provocar os alunos a discutir conteúdo estético como requisito essencial para que determinada obra artística tenha sua proteção reconhecida pelo sistema jurídico. Faço questão de esclarecer que a noção de conteúdo estético não tem a função nem a condição, por si só, de separar as obras nas categorias de mau gosto e bom gosto.

Lembro de memória que artistas como Capilé, Jorge de Altinho, Assisão e Alcimar Monteiro, apenas citando alguns exemplos, já representavam e promoviam, a seu tempo, uma certa evolução no estilo de forró que até então se considerava tradicional. Não me recordo, contudo, daquele movimento causar tanto incômodo nem desconforto, muito menos o grau de revolta de hoje. Isto sugere que aquela transformação era encarada como positiva, modernizava a sonoridade, a linguagem, abria espaço para novos nomes, novos projetos, contribuições, mas sem degenerar o petróleo bruto de onde a nova gasolina aditivada tinha saído. De fato, mesmo depois de todo o redesenho rítmico, musical, harmônico e estético do estilo, no final das contas, Jorge de Altinho ainda cantava Petrúcio Amorim, que defendia a verdade melosa de que “(...) enquanto a cabeça não sabe o que o coração sente/navega o corpo vadio em mares de amor (...)”. Ali, a essência ainda existia em esplendor. Claro que havia a discussão. Popular demais pra alguns, simplório ou piegas pra outros, autêntica pra alguns outros, o fato é que esta discussão é legítima sempre, e representa bem a dificuldade estética conceitual de se distinguir o belo do feio, o bom do mau gosto.

Mas esta dificuldade se reduz a zero, quando a sensibilidade se externa, por exemplo, através da conclusão de que “Amor de rapariga não vinga não (...)”, quando o pagode sugere, sem muita doçura que “(...) então amasse a latinha com a bunda/senta, senta” ou quando o lirismo sensível do funk da Tati sugere sem tanto pudor “(...) Abre as pernas, mete a língua”. O extremo de licença poética às vezes pode ser percebido na mera enumeração das canções que integram um determinado CD, como “Te deixar Taradinha/Dança da Cobra/Senta Relaxa/Pegue Aqui/É bem Docim Mamãe/Tapinha na Bundinha/Minhoca Aí” (tudo isso num CD só), entre diversas outras. Problema resolvido. Mau gosto detectado com margem de erro zero. São cenas musicais de sexo explícito, pornomúsica que não se pode sequer cantarolar na frente de crianças ou em ambientes em que a embriaguez absoluta não tenha destruído os freios inibitórios e morais de todos os presentes.

Mentira descarada ou preguiça intelectual imperdoável de quem diz que esta é a forma do povo se expressar. Não é não. Nasci e cresci num bairro humilde. Conheço e convivo com muita gente de periferia. Não é assim que nos expressamos, nem essa é a única forma possível pra alguém se expressar. Estas manifestações não são fruto de falta de alternativa de expressão; são o resultado de uma opção errada de manifestação, deturpada por quem encara liberdade apenas como uma garantia pessoal geradora de direitos, e não como um privilégio social gerador de deveres. Não se lutou e conquistou o direito de se expressar livremente em público para garantir excessos de flagrante, nocivo e objetivo mau gosto, com a mera finalidade de conseguir atenção e os demais dividendos – dinheiro, popularidade, poder e espaço em divulgação – que a notoriedade moderna proporciona.

Apesar da pobreza estética de hoje permitir esta constatação objetiva do mau gosto, repito, esta conclusão pode produzir efeitos lá em casa. Eu, cidadão, posso fazer esta distinção. Meu vizinho pode, o produtor musical também pode, o crítico pode, o veículo de comunicação pode, o artista Chico César também tem esse direito. Mas, observando essa polêmica recente, e os seus desdobramentos, tenho a convicção de que o agente público Chico César não tem essa prerrogativa de fazer o que eu sempre desejei, o que sempre torci que ele fizesse.

E olhe que os melhores argumentos não lhe faltam. É a música tradicional que sofre o preconceito do dia-a-dia, é ela que vem sendo banida dos canais de comunicação, produção e distribuição comercial dos dias de hoje, é a ela que se nega o espaço, a sobrevida, a exposição que permite a perpetuação. Poderíamos, sim, como argumentou o secretário, tratar da continuidade desta espécie de manifestação artística através de políticas públicas de inclusão, da mesma forma como se faz com minorias sócio-econômico-raciais no Brasil de hoje, afinal de contas, estas mega atrações mais recentes há muito tempo já não são apenas manifestações culturais; são impérios econômicos, atividades meramente empresariais, indústrias de arte de massa, basta ver a forma como este tipo de música é elaborado em verdadeiras linhas de produção automatizadas, moldes, padrões de repetição que chegam ao limite de permitir o questionamento acerca da presença de alguma atividade criativa no processo. Esta indústria se disfarça de arte pra concorrer com a própria arte em condições que, segundo alega, devem ser de absoluta igualdade, como se não fossem desiguais em essência.

Apesar de tudo isso, a perspectiva de intervenção do poder público neste domínio me arrepia dos pés à cabeça. A sociedade brasileira abraça e defende com unhas e dentes o princípio da ampla liberdade de expressão e de manifestação do pensamento. A verdade – dolorosa, incômoda, mas verdade – é que esta expressão não está obrigada a ser compatível com o padrão de bom gosto de um determinado segmento social, econômico, etário ou intelectual. Ao cidadão brasileiro, portanto, é assegurado o direito fundamental ao mau gosto, mesmo objetivamente constatado, e ainda que sabidamente prejudicial aos olhos, aos ouvidos, estômagos e cérebros.

A questão que veio à tona na Paraíba, portanto, não é somente de incentivar o mais frágil e tradicional, e deixar o mais forte e comercial entregue às regras de mercado. A pretexto de oferecer as opções artísticas que determinado gestor entende adequadas, o poder público interfere no domínio cultural, endossa um estilo de arte em detrimento de outro, seleciona repertórios intelectuais e acaba por tomar uma decisão semântica, que eticamente não poderia tomar em nome do cidadão. Nada me parece mais invasivo e impertinente, do ponto de vista da influência do Estado na formação da opinião pública, da personalidade do indivíduo e da consciência cultural.

Não tenho dúvida alguma a respeito do acerto da posição do secretário, que, aliás, muito mais do que uma posição pessoal, me parece ser uma política governamental ampla e genérica de valorização de cultura e de tradições populares. Levadas em consideração as circunstâncias da região, a contraposição entre a realidade econômica dos grandes e pequenos artistas, os recursos escassos de que dispõe o Estado para apoio a festejos e eventos turísticos de massa, as prioridades estabelecidas pela gestão e o cenário cultural do São João, essa parece mesmo ser a política correta para o momento, sem tirar nem pôr.
O caso particular, portanto, é muito menos polêmico do que o que parece ser. O poder público tem recursos limitados, e precisa, por imperativo fiscal e moral, gastar menos. As atrações mais caras vão continuar a ocupar o espaço que sempre tiveram, por meio dos canais que sempre estiveram abertos a elas: iniciativa privada e meios de comunicação de massa de enorme alcance. Nenhum prejuízo para o evento, para o público, para os profissionais, empresários ou para o Estado. Nenhuma crítica à decisão administrativa para o caso, se o propósito é apenas inclusivo em relação aos artistas de menor expressão, e econômico em relação aos cofres públicos.

A única preocupação que fica é o fato do agente público, nesta condição, desempenhando a sua função, rotular uma determinada forma de expressão artística – e não importa seja esta forma de expressão de ótimo ou péssimo gosto – para fazer valer uma concepção pessoal de arte, seus valores culturais individuais – e, de novo, não importa o quão sofisticados e refinados forem estes valores individuais.

O Estado deve preservar o patrimônio cultural. Deve garantir apoio às manifestações tradicionais, mas precisa alavancar os eventos de turismo. Precisa ser isonômico no tratamento dos artistas, mas deve levar em consideração as distinções de dimensão e de acesso aos canais convencionais de divulgação entre eles. Precisa proteger crianças de conteúdo nocivo à sua formação, mas tem obrigação de respeitar a liberdade de expressão e manifestação do pensamento, mesmo sendo esta expressão de objetivo mau gosto. Deve oferecer opções culturais e de lazer construtivas, edificantes, mas não pode, a critério de um agente seu, impedir o exercício do direito fundamental ao mau gosto.

A verdade é que a questão não tem solução fácil. Não é tema para caça às bruxas nem reações destemperadas, de qualquer dos envolvidos. Com um pouco de jogo de cintura, poderia ser tratada às escondidas, sem polêmica e sem solavancos a vida inteira, mas já que apareceu, precisamos reconhecer que é importante, e que alguém já deveria ter tido a iniciativa de levantá-la. Chegou a hora de discutir – é bom não desviar o foco desta questão, que é a que realmente importa – qual o limite da intervenção do Estado no domínio cultural para que ele cumpra os seus papéis institucionais e constitucionais sem invadir as garantias individuais do cidadão.

O secretário formulou uma política correta, consciente, mas anunciou do jeito errado.
Escolheu, sem sombra de dúvida, o destino certo, mas esqueceu-se que a essência da boa prática democrática nos recomenda a tentar chegar lá por outro caminho, por difícil que seja.
Este o Brasil já trilhou e já viu que não serve. O risco é alto demais.


Fonte: Conjur

05/05/2013

Filme - As Sessões (baseado em fatos reais)


Mark O'Brien (John Hawkes) é um escritor que viveu a maior parte de sua vida em um "pulmão de ferro", aparelho que passou a usar após contrair poliomelite na infância. Aos 38 anos e apenas com o movimento da cabeça, ele se sente incompleto por não ter experiências sexuais. 

Com a ajuda de seu terapeuta e a orientação do padre Brendan (William H. Macy), ele se propõe a tornar seu sonho uma realidade. Para isso, contrata os serviços de Cheryl Cohen Greene (Helen Hunt), uma especialista em exercícios de consciência corporal, que o inicia no sexo. Helen Hunt foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme, em 2013 (Sinopse 'GuiadaSemana').


"Um filme muito tocante e comovente com a mistura perfeita de risos e lágrimas" 
(New York Post)

"O longa ganha o espectador por se tratar de uma história baseada em fatos reais e de grande superação"
(CinemaDetalhado)


Trailer:

04/05/2013

Filme - Tudo por um Sonho (inspirado em fatos reais)


Baseado na vida do surfista Jay Moriarity, o filme relata a preparação de Jay (Jonny Weston) para enfrentar uma das maiores ondas do Norte da Califórnia, conhecida como Mavericks. Nessa região, as marés do inverno provocam uma sequência assustadora de ondas que chegam a atingir a altura de um prédio de cinco andares. Para tal feito, Moriarity treina durante mais de um ano sob a tutela de Frosty Hesson (Gerard Butler), criando uma relação que transforma as vidas de ambos. (Sinopse Interfilmes)

Um filme excelente, de superação e muita emoção, mesmo com a crítica tentando elidir o seu brilho, ao compará-lo com o filme 'Karate Kid' que, no seu gênero, também é muito bom. Ademais, o filme é baseado em fatos reais. Antes da pipoca, peguem o lenço...

Trailer:

06/04/2013

Filme biográfico - TEMPLE GRANDIN



Filme biográfico sobre Temple Grandin, uma mulher com autismo que revolucionou as práticas para o tratamento racional de animais vivos em fazendas e abatedouros. Visitando a fazenda de sua tia Ann no Arizona em 1966, Temple inicia seu primeiro contato com animais, que influenciariam sua vida e carreira. A jaula para prender bovinos a inspirou na construção de um aparelho para si própria para se refugiar de seus frequentes ataques de pânico.
Sua mãe Eustácia, mesmo com a recomendação médica de interná-la em uma instituição psiquiátrica, insiste em proporcionar-lhe educação formal. Em uma escola para crianças superdotadas, é encorajada por seu professor de Ciências, o Dr.Carlock. Este percebe seu talento em "pensar em imagens e conectá-las", e a incentiva a prosseguir sua educação em uma universidade.


Fonte: Wikipédia

Trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=cpkN0JdXRpM 

Informações importantes sobre Temple Grandi:
http://www.estouautista.com.br/index.php/2010/11/11/temple-grandin-a-menina-que-era-estranha/







03/04/2013

STF adere a campanha sobre autismo com iluminação azul


O Edifício Sede do Supremo Tribunal Federal foi iluminado de azul, a partir desta terça-feira (2), em apoio ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado hoje. Vários pontos e prédios do mundo estão iluminados de azul em homenagem à data.
O autismo provoca alterações de linguagem e de sociabilidade que afetam diretamente – com maior ou menor intensidade – grande parte dos casos. O paciente também pode sofrer limitação de suas capacidades funcionais e nas interações sociais, o que demanda cuidados específicos e singulares de acompanhamento multiprofissional, habilitação e reabilitação ao longo das diferentes fases da vida.
O Ministério da Saúde lançou hoje uma cartilha com orientações para o diagnóstico precoce do autismo. O documento, segundo informações do site do órgão, traz indicadores que orientarão profissionais de saúde do SUS a identificar sinais do transtorno em crianças e iniciar mais cedo o acompanhamento.
DG/MV
Com informações do Ministério da Saúde

28/03/2013

Aprovada na OAB aos 71 anos, ela quer ajudar os necessitados

Ricardo Medeiros
Darci Mendonça Gonçalves, ela passou na prova da OAB aos 71 anos de idade - Editoria: Cidades
Foto: Ricardo Medeiros



Mesmo após concluir a faculdade de Direito aos 70 anos de idade, dona Darci Mendonça Moreno não parou de estudar. Ela atribui à sua rotina diária de estudos o fato de, hoje, aos 71 anos, estar entre os aprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Dos cerca de 114 mil inscritos no país, apenas 10% passaram no teste. O resultado foi divulgado na semana passada. Após checar na internet que havia sido aprovada, a primeira coisa que fez foi avisar os amigos no Facebook – rede social que acessa todos os dias.
Mãe de uma filha e avó de uma neta, Darci diz que sempre contou com o apoio da família. “Elas ficaram muito felizes”, contou a advogada, que mora sozinha em Jardim Camburi, Vitoria.
Dona Derci conta que nunca fez cursinho, pois, já que não trabalha, conseguiu ter a disciplina necessária para estudar. Mas a sua familiaridade com as provas começou muito antes, desde quando ela se aposentou pela primeira vez.
Ex-professora primária, também trabalhou como secretária executiva. E conta que, após 30 anos de serviço, ficou um ano fazendo tudo aquilo que não teve tempo de fazer antes, como viajar. Depois, começou a estudar para concursos.

Estudiosa
Darci passou em três concursos públicos, como o do Tribunal de Contas do Espírito Santo, mas optou pela Justiça Federal, onde ficou por 14 anos. “Como eu atuava na Vara de Execução Fiscal, senti que precisava do Direito.”
Assim, aos 65 anos, começou a fazer faculdade, pela primeira vez. Ela ia às aulas de manhã e trabalhava à tarde. Como trabalho de conclusão de curso, descreveu processos eletrônicos. “Hoje, os advogados mandam as petições pela internet. No futuro você não vai mais achar prateleiras de processos, cheias de papéis.”
Aos 70 anos, ela foi aposentada compulsoriamente. Dona Derci, inclusive, defende a chamada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Bengala, que propõe aumentar para os 75 anos a idade máxima para a aposentaria compulsória dos juízes. “Eles estão no auge da sabedoria, ainda podem trabalhar.”
Como não pode mais fazer concursos por conta da idade, ela pretende advogar voluntariamente na Justiça Federal, um serviço oferecido para pessoas que não podem pagar um advogado. (Cristiana Euclydes)

Fonte: A Gazeta

16/02/2013

Filme - INTOCÁVEIS (inspirado em fatos reais)




Por Lorena Côrtes
“Os Intocáveis” é uma excelente oportunidade para a reflexão e o entretenimento. É um momento que oportuniza ao espectador internalizar as emoções de uma história tocante de amor e amizade. Somada a um humor sutil e cheio de sensibilidade, a história se passa na cidade de Paris, que apesar de ricamente retratada pela fotografia do filme, não é evidenciada da forma como a conhecemos. Aqui, os cenários retratam a dualidade de dois mundos opostos: o de Dryss, jovem marginalizado interpretado pelo artista francês Omar Sy, e o do aristocrata Philippe, interpretado por François Cluzet, conhecido por sua atuação em “Um novo caminho” (2009) e “Até a eternidade” (2010), entre outros.
Os caminhos de Dryss e Philippe se cruzam de uma forma inesperada, e a partir desse encontro, a vida dos dois nunca mais será a mesma. Contando com boas risadas somadas a momentos de pura comoção, o filme é diversão garantida.
Deixem-se conquistar também por essa linda história de amizade e entrega.
Trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=FpwuGtn8aGA

02/02/2013

Filme (fatos reais) - MÃOS TALENTOSAS



Sinopse do YouTube:

O jovem Ben Carson (Cuba Gooding Jr., vencedor do Oscar® de Melhor Ator Coadjuvante, Jerry Maguire, em 1996) não tinha muita chance. Filho de lar desfeito, cresceu em meio à pobreza e ao preconceito, tornando-se um garoto de temperamento inflamado e com baixo rendimento na escola. No entanto, sua mãe nunca perdeu a fé no filho. Ela insistiu para que ele expandisse sua imaginação, sua inteligência e, acima de tudo, sua crença em si mesmo. Essa fé se revelou como um dom, a essência que o levou a perseguir o sonho de tornar-se um dos mais importantes neurocirurgiões do mundo. (Título Original - Gifted Hands) 2009 Sony Pictures Television Inc. All Rights Reserved


http://www.youtube.com/movie?v=_KFUl5bfXFU&feature=mv_sr