Pages

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Natal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natal. Mostrar todas as postagens

23/12/2014

SINGELA MENSAGEM DE NATAL

jesus batendo a porta da alma Vetor

(pt.forwallpaper.com)


No dia 25/12 (data proclamada pelo Papa Júlio I e declarada como feriado nacional pelo Imperador Justiniano) comemoramos, no Brasil (07/01 na Rússia e na Ucrânia, 22/11 no Japão, etc.), com indelével honra, o nascimento do nosso MESTRE JESUS, o único e verdadeiro Anfitrião, de cuja ceia todos podem participar, independentemente de religião.

O momento é único e especial, no qual podemos abraçar os entes queridos e ajudar ao que mais precisam, sendo certo que para a caridade não há dia e todo dia é motivo para refletirmos sobre o verdadeiro alimento – a Palavra, o Pão da Vida. Por outro lado, a data 25/12 poderia trazer à tona a reflexão levando-se em consideração as razões que a escolheram.

A tevê, nos reclames, oferta aos olhos mais desprevenidos comerciais de todo tipo no único propósito de sugar o pouco que a maioria da população eventualmente possa ter com a chegada do 13º salário e quando as crianças estão de férias. A homenagem com essa abordagem comercial fica mais para um senhor enfeitado de vermelho com o nome de ‘papai noel’ ou ‘pai natal’ (Europa), que é o arcebispo de Mira na Turquia (séc. IV), São Nicolau.

Consultando o site ‘wikipédia’, lê-se que “segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno” e que “o dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude”. Ressalte-se que a esse ‘deus sol’ eram oferecidos sacrifícios humanos, principalmente, crianças, em troca de prosperidade.

Da reflexão, indaga-se: Por que o vermelho é usado na roupa de ‘papai noel’? Como o vermelho é usado para incitar a fome, torna-se, no mínimo, uma incongruência usar tanto vermelho numa roupa, quando se sabe que grande parte da população, que já tem tevê, sofre pela escassez de alimento.

São Nicolau não era ‘gordinho’, alegre, de olhos azuis e nem usava os tais trajes vermelhos como o personagem criado, sendo tudo produto de marketing. Segundo o ‘wikipédia’, “Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro”.

O comércio é importante porque gera emprego e renda, merecendo atenção, mas não a ponto de confundir o Natal e a data do nascimento de JESUS com uma oportunidade para o lucro.

Muitos ganham presentes, inclusive campanhas são feitas em prol dos menos favorecidos, mas essas mesmas pessoas vão às compras para poderem fazer parte do que a tevê coloca como padrão normal.

JESUS CRISTO nos deu a Árvore da Vida de forma gratuita. Papai Noel nos oferece por variados preços um pinheiro para colocarmos presentes.

     No site ‘simceros.org’, tem-se que, no Brasil, a figura do Papai Noel surgiu por volta de 1920, mas popularizou-se depois de 1930. A origem entre o povo brasileiro não vem de uma tradição popular, mas foi um costume importado de outros lugares. Não são poucas as crianças que acreditam piamente que os presentes que receberam foram trazidos por um ‘homem muito bom’ chamado Papai Noel e, mais tarde, descobrem que isso não passava de uma mentira.            

Passa o Natal e a vida continua, com os problemas envolvendo a classe pobre, com a destruição do 13º salário, novas dívidas, novos empréstimos e despesas com as mensalidades escolares dos filhos, com o IPVA e o seguro do veículo, com o IPTU e assim por diante.

O Natal pode ser lindo e, indubitavelmente, é a festa que mais lembra a família, mas pode ser um engodo e nos afastar do Anfitrião, quando o relegamos, pelas armadilhas lançadas, para segundo plano.

O Médium Divaldo Pereira Franco, Fundador da Mansão do Caminho, faz a seguintes indagações? “Como é que nós temos celebrado o Natal? Nós nos lembramos dos amigos e esquecemo-nos do aniversariante. Fazemos festa, embriagamo-nos pelo excesso de alcoólicos, procuramos os prazeres até a exaustão e esquecemos aqueles que são os filhos do calvário. Vencedor é aquele que supera a sua mesquinharia, a sua pequenez, é aquele que vence as suas próprias paixões. O que você tem feito? Quantas lágrimas você tem procurado enxugar? Quantas vezes você estendeu as suas mãos? O Natal é todo dia! JESUS deve nascer e renascer no âmago dos nossos corações. O sentido do Natal é AMAR”.

Que possamos cear em gratidão perante o verdadeiro anfitrião, JESUS, e estender as mãos aos menos favorecidos, sem essa ênfase à via comercial. Ao Ano Novo que se aproxima desejo a todos que caminhem com JESUS e, sem armadilhas, possam trilhar as vias da SAÚDE, da PAZ e do AMOR.

Feliz 2015!

Eduardo Neiva de Oliveira


25/12/2013

Oração do Natal


“Rei Divino, na palha singela, por que te fizeste criança, diante dos homens, quando podias ofuscá-los com a grandeza do teu Reino? Soberano da Eternidade, por que estendeste braços pequerruchos e tenros aos pastores humildes, mendigando-lhes proteção, quando o próprio firmamento te saudava com uma estrela sublime, emoldurada de melodias celestes?


Certamente, vinhas ao encontro de nosso coração para libertá-lo. Procuravas o asilo de nossa alma para convertê-la em harpa nas tuas mãos.

Preferias esmolar segurança e carinho, para que, em te amando, de algum modo, na manjedoura esquecida, aprendêssemos a amar-nos uns aos outros.

Tornava-lhes pequenino para que a sombra do orgulho se desfizesse, em torno de nossos passos, e pedias compaixão, porque não nos buscava por adornos do teu carro de triunfo, como vassalos de tua glória, mas, sim, por amigos espontâneos de tua causa e por tutelados de tua benção. E modificaste assim, o destino das nações. Colocaste o trabalho digno, onde a escravidão gerava a miséria, acendeste a claridade do perdão, onde a noite do ódio assegurava o império do crime, e ensinaste-nos a servir e a morrer, para que a vida se tornasse mais bela... É por isso, que ajoelhados em espírito, recordo-te o berço pobre, ofertamos-te o coração.

Arranca-o Senhor, da grade do nosso peito, enferrujado de egoísmo, e faze-o chorar de alegria, no deslumbramento de tua Luz!... Conduze-nos, ainda, aos tesouros da humildade, para que o poder sem amor não nos enlouqueça a inteligência e deixa-nos entoar o cântico dos pastores quando repetiam, em pranto jubiloso, a mensagem dos anjos: Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens !...”


(Meimei por Chico Xavier)

22/12/2013

Natal com JESUS?


“Não há nenhum problema em escolhermos qualquer data para homenagear a vinda do nosso MESTRE ao planeta. A partir do momento que sabemos que a data do Natal é uma data simbólica, que nós já introjetamos em nosso psiquismo cristão, vale a pena pensar que JESUS CRISTO nasce em nós, nasce em cada criatura, em períodos diferentes de sua vida. Um notável escritor paulistano escreveu, num dos seus contos, num dos seus trabalhos, uma página intitulada: ‘JESUS nasceu, onde e quando?’ Essa página veio assinada por Vinícius, que era o pseudônimo de Pedro de Camargo. Nessa mensagem, ele procura situar, por exemplo, na vida de Maria de Magdala, quando foi que JESUS nasceu para ela. Não nasceu em nenhum vinte e cinco de dezembro, nasceu naquele dia em que a retirou da prostituição. Se perguntássemos a Simão Pedro, para ele quando foi que JESUS nasceu, certamente ele poderia responder que JESUS nasceu quando o MESTRE apareceu para ele, abrindo-lhe os braços. JESUS nasce para cada uma das criaturas humanas, para cada um de nós, num momento diferente, no momento da dor, numa hora de desespero ou num momento de grande ternura e de imensa paz. Logo, é importante que o Natal seja mais do que uma festa em honra do comércio e das vendas de final de ano. Importante que, para nós, o Natal seja uma festa de amor. Todas as datas que pudermos usar para o bem será uma boa data para o bem. Reunir a família, jantar, almoçar, trocar mimos, nenhum problema. O que devemos ter cuidado é de não transformarmos o Natal na troca de presentes. Nós nos valemos da data do Natal para fazer essa confraternização, conscientes de que o mais importante do que todos os presentes que troquemos, todas as comidas que tenhamos, bebidas que bebamos, o mais importante é abrir a nossa intimidade, a nossa gruta do coração, para que aí, então, JESUS possa nascer. Seria válido cada qual de nós se perguntar: Será que na vida que eu levo, do jeito que eu levo, JESUS já nasceu para mim? Será que CRISTO corresponde para mim uma realidade vivencial ou ainda é um mito reverenciado nos altares, dependurado no pendentif? O que é JESUS para mim? Então, nesses tempos de tantas adaptações, quando o mundo atual converteu JESUS CRISTO num produto vendável, num produto comprável, cada cristão autêntico, cada cristão consciente do quanto representa para si a mensagem do Nazareno, se possa perguntar: Será que eu já permiti que Ele nasça em meu coração? É necessário, como estabeleceu, João, o Batista, conforme as notas de João, o Evangelista, 3:30: ‘Convém que Ele cresça e que eu diminua’. O Natal de JESUS não pode ser uma mera comemoração de mesas e de comércio, de trocas e de folguedos, mas deverá ser o momento de profunda reflexão”. 

(Doutor em Educação, Professor, Filantropo e um dos Fundadores da Sociedade Espírita Fraternidade, Raul Teixeira)

28/12/2012

Mensagem de Natal e de Ano Novo da OAB/Paraíba



A poucos dias do Natal e Réveillon, chegamos ao momento do ano quando todos nós paramos para refletir sobre o ano que está indo embora, ao mesmo tempo em que somos impulsionados a fazer novos planos para o ano que se aproxima.
A OAB/PB deseja que a paz e a compreensão reinem nos corações neste Natal e no Ano Novo que se aproxima. 
Boas Festas!


ODON BEZERRA
Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil 
Seccional Paraíba

23/12/2012

PRECE DO NATAL




Senhor JESUS!

Recordando-te a vinda, quando te exaltastes na manjedoura por luz nas trevas, vimos pedir-te a bênção.

Revela-nos se muitos de nós trazemos saudade e cansaço, assombro e aflição, quando nos envolves em torrentes de alegria.

Sabes, Senhor, que temos escalado culminâncias...

Possuímos cultura e riqueza, tesouro e palácios, máquinas que estudam as constelações e engenhos que voam no Espaço! Falamos de ti – de ti que volveste dos continentes celestes, em socorro dos que choram na poeira do mundo, no tope dos altos edifícios em que amontoamos reconforto, sem coragem de estender os braços aos companheiros que recolhias no chão...

Destacamos a excelência de teus ensinos, agarrados ao supérfluo, esquecidos de que não guardaste uma pedra em que repousar a cabeça; e, ainda agora, quando te comemoramos o natalício, louvamos-te o nome, em torno da mesa farta, trancando inconscientemente as portas do coração aos que se arrastam na rua!

Nunca tivemos, como agora, tanta abastança e tanta penúria, tanta inteligência e tanta discórdia! Tanto contraste doloroso, Mestre, tão-só por olvidarmos que ninguém é feliz sem a felicidade dos outros...

Desprezamos a sinceridade e caímos na ilusão, estamos ricos de ciência e pobres de amor. É por isso que, em te lembrando a humildade, nós te rogamos para que nos perdoes e ames ainda... Se algo te podemos suplicar além disso, desculpa o nada que te ofertamos, em troca do tudo que nos dás e faze-nos mais simples!...

Enquanto o Natal se renova, restaurando-nos a esperança, derrama o bálsamo de tua bondade sobre as nossas preces, e deixa, Senhor, que venhamos a ouvir de novo, entre as lágrimas de júbilo que nos vertem da alma, a sublime canção com que os Céus te glorificam o berço de palha, ao clarão das estrelas:
- Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens!


(Emmanuel por Chico Xavier)


22/12/2011

UMA SINGELA MENSAGEM DE NATAL

Ficheiro:Christmas collage.PNG
(Wikipédia - Símbolos e tradições de Natal)
 

Eduardo Neiva de Oliveira


 Ficheiro:Gerard van Honthorst 002.jpg
Anbetung der Hirten de Gerard van Honthorst


No Natal temos a indelével honra de podermos comemorar o nascimento do nosso Salvador, o único e verdadeiro anfitrião, de cuja ceia pode participar todo aquele que crê em Seu santo nome, independentemente de doutrina ou religião.
  
Aos ateus, o convite, igualmente, é feito, ainda mais por sabê-los, além de sedentos da verdade, muito mais valiosos do que aqueles que, apesar de religiosos, usam as letras sagradas para fins diversos do que fora pregado pelo nosso Mestre.

Enfim, todos estão convidados. Viva! Essa chance imperdível merece um brinde.

No entanto, a comemoração, feita todo dia 25 de dezembro, nos induz a uma reflexão. Será que a data está correta?

Primeiramente, independentemente da questão referente à data, o certo é que o momento é único e especial, no qual podemos usufruir da melhor forma possível, como, por exemplo, ajudar aquele que mais precisa. Por outro lado, a data não tem tanta importância, já que todo dia é motivo para refletirmos sobre o verdadeiro alimento – a Palavra, o Pão da Vida. A data poderia trazer à tona a referida reflexão em face das razões para a sua escolha.
Quando ligamos a tevê, nos reclames, os olhos mais desprevenidos deparam-se com comerciais de todo tipo no único propósito capitalista de sugar o pouco que a maioria da população ainda possa ter, ainda mais quando é pago o 13º salário e quando as crianças estão de férias. Ao passarmos pelos shoppings ou comércios, nos deparamos com vários congestionamentos, pois parece ser importante, para quem não está atento, a troca de presentes, seja para o amigo secreto ou para o Natal de um senhor enfeitado de vermelho com o nome de ‘papai noel’.

Uma data que seria, a princípio, para orarmos, para cearmos em gratidão perante o verdadeiro anfitrião e para estendermos as mãos aos menos favorecidos, é utilizada para o comércio e, pelos estilos musicais, como prenúncio do carnaval.

A data foi escolhida por fins absolutamente opostos aos ensinamentos bíblicos. Consultando o site ‘wikipédia’, lê-se que “segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício de inverno” e que “o dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude”. Ressalte-se que a esse ‘deus sol’ eram oferecidos sacrifícios humanos, principalmente, crianças, em troca de prosperidade.

Da reflexão, indaga-se: Por que o vermelho é usado na roupa de ‘papai noel’? Como o vermelho é usado para incitar a fome, torna-se, no mínimo, uma incongruência usar tanto vermelho numa roupa, quando se sabe que grande parte da população, que já tem tevê, sofre pela escassez de alimento.

Mas o importante é vender, parcelar as compras, gastar...

Ficheiro:Galerie Lafayette Haussmann Dome.jpg
Loja de departamento Galeries Lafayette, em Paris, decorada para o natal
O comércio é importante porque gera emprego e renda, merecendo atenção, mas não tanta, a ponto de confundir o Natal e a data do nascimento de Jesus Cristo com uma oportunidade para o lucro em detrimento do sofrimento alheio.

Muitos ganham presentes, inclusive campanhas são feitas em prol dos menos favorecidos, mas essas mesmas pessoas vão às compras para poderem fazer parte do que a tevê coloca como padrão normal.

Jesus Cristo nos deu a Árvore da Vida de forma gratuita. Papai Noel nos oferece por variados preços um pinheiro para colocarmos presentes.

 Ficheiro:Sinterklaas 2007.jpg
Sinterklaas ou São Nicolau, considerado por muitos o Papai Noel original.

Papai Noel ou ‘Pai Natal’ (Europa), na verdade, é o arcebispo de Mira na Turquia (séc. IV), São Nicolau. Segundo o ‘wikipédia’, “Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro”.

     No site ‘simceros.org’, tem-se que, “no Brasil, a figura do Papai Noel surgiu por volta de 1920, mas popularizou-se depois de 1930. A origem entre o povo brasileiro não vem de uma tradição popular, mas foi um costume importado de outros lugares. Não são poucas as crianças que acreditam piamente que os presentes que receberam, foram trazidos por um "homem muito bom" chamado Papai Noel e, mais tarde, descobrem que isso não passava de uma mentira”.            

Ou seja, ‘papai noel’ não tem qualquer semelhança com Jesus Cristo, o verdadeiro anfitrião, sendo tudo produto de um marketing que não tem nada a ver com o verdadeiro Natal.

Passa o Natal e a vida continua normalmente, porém, com a continuidade dos problemas envolvendo, principalmente, a classe pobre, com a destruição do 13º salário, novas dívidas, novos empréstimos e despesas com as mensalidades escolares dos filhos, com o IPVA e, quando sobra, com o seguro do veículo, além do IPTU e assim por diante.


O Natal pode ser lindo e, indubitavelmente, é até inesquecível, mas além de ser engodo, nos afasta do Primogênito, quando o relegamos, pelas armadilhas lançadas, para segundo plano.




Aproveitemos para incluir em nossas orações todos os prefeitos (mais de 5.500), Câmaras Municipais e os 27 governadores na condução dos respectivos Estados e, em especial, o governador Ricardo Coutinho (ao lado de Rômulo Gouveia), como também, na condição de paraibano, o nosso Senador Cássio Cunha Lima e os suplentes, Dr. Ivandro Cunha Lima e Deca, na recente representação da PB no Senado Federal, incluindo todo o Congresso Nacional e, em destaque, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Ricardo Marcelo, e, independentemente de cor partidária, a administração da presidenta Dilma Rousseff, para que o POVO possa sorrir contemplado pelos direitos preconizados pela CF/1988 - a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, entre outros.
Nesse diapasão, não nos esqueçamos do Guardião da nossa Constituição, peça importantíssima no tabuleiro da democracia e dos princípios constitucionais, cujas decisões caminham, indubitavelmente, em nosso benefício para que injustiças disfarçadas não atropelem a dignidade da pessoa humana, a segurança jurídica e o devido processo legal, até porque um Poder Judiciário fortalecido não é o que esperam os grandes grupos econômicos.

Peçamos a Deus que a corrupção usada de diversas formas, inclusive na perseguição de inocentes, seja, se possível, extirpada, mas que a Justiça em sua mais ampla feição esteja à frente para que qualquer resquício de ditadura seja aniquilado liminarmente. Dessa forma, com um Judiciário, um Executivo e um Legislativo fortalecidos, a harmonia e a independência serão reverenciadas e o POVO saberá separar o joio do trigo.

Ao Ano Novo que se aproxima desejo a todos que caminhem com o nosso Anfitrião e, sem armadilhas, possam trilhar as vias da saúde, da paz e do amor com prosperidade. Que as injustiças sejam entregues sob os cuidados de Deus e que o perdão seja a nossa mais poderosa arma, para que possamos seguir adiante, com vitórias e com o desfrute do nosso maior presente – a Vida (O Evangelho segundo João 1: 6).


Um feliz Natal e um ano vindouro de Paz, Luz e prosperidade!

19/12/2011

Mensagem de Natal - OABPB